segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Descansando no Pai



“Mas eu, Senhor, clamo a ti por socorro... Por que rejeitas, Senhor, a minha alma e ocultas de mim o rosto?”
Sl 88.13,14

Diante de situações crônicas e prolongadas vemo-nos cansados de clamar esperando por sua resposta, mas ele parece distante, surdo e mudo. Muitos homens e mulheres de Deus também passaram por este mesmo caminho e clamaram ao Senhor em meio ao desespero da sua ansiedade. Mas existe uma grande diferença entre as nossas emoções e os fatos. As emoções são muito instáveis e flutuantes, fazendo-nos vibrar em um instante e descer ao mais profundo abismo em outro.
O que nos dá esperança e nos faz continuar em pé é nos agarrarmos aos fatos sobre o nosso Deus, citados em sua Palavra. O pastor de nossas almas nos garante: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo...” (Sl 23.4). “Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor é quem me sustenta a vida.” (Sl 54.4). Não se deixe enganar: mesmo que você não possa vê-lo ou senti-lo, ele está ao seu lado. Nunca o deixará, e sempre o susterá. Ele é fiel!

ORE

Senhor, ajude-me a olhar além das minhas emoções, e a confiar na sua Palavra, que conforta a minha alma! Em nome de Jesus, amém.

Fonte: LPC

Ecumenismo, avanço ou ameaça à igreja?



Está na moda o diálogo inter-religioso. Vivemos a época do inclusivismo, fruto da ideia pós-moderna, em que não existe verdade absoluta. Muitos pastores, em nome do amor, sacrificam a verdade e caem nessa teia perigosa do ecumenismo. Precisamos afirmar que não existe unidade espiritual fora da verdade, assim como luz e trevas não podem coexistir. Não podemos ser um com aqueles que negam a salvação pela graça de Cristo Jesus. Não é um ato de amor deixar que aqueles que andam pelo caminho largo da condenação sigam "em paz" por esse caminho de morte. Esse falso amor tem cheiro de morte. Essa atitude de dar as mãos a todas as religiões, numa espécie de convivência harmoniosa, acreditando que toda religião é boa e leva a Deus é uma falácia.
Toda religião é vã a não ser que pregue a Cristo, e este crucificado. Toda religião afasta o homem de Deus, a não ser que anuncie Jesus Cristo como o único caminho para Deus! Vamos deixar esse discurso falacioso de amor a todos, e vamos amar de verdade as pessoas de todas as religiões, pregando a elas, com senso de urgência, o evangelho que exige arrependimento e fé e oferece vida eterna.
Obviamente, a união de todas as religiões e de todas as crenças não é um avanço, mas uma ameaça à igreja de Cristo. O que está por trás dessa tentativa de unir todas as crenças é a heresia de que toda religião é boa e todo o caminho leva a Deus. O ecumenismo, o diálogo inter-religioso e a fraternidade com todos os credos é um engano fatal. É um falso entendimento do que Jesus ensinou sobre a unidade espiritual da igreja.
Não há unidade espiritual fora do evangelho de Cristo. O argumento de que Jesus acolheu publicanos e pecadores e por isso devemos receber todos os credos é uma falsa interpretação do texto bíblico. O amor não é um substituto da verdade. Todos são convidados a vir a Cristo, mas de todos é exigido arrependimento e fé.
É preciso alertar, ainda, que essa frouxidão doutrinária do liberalismo desemboca na relativização moral. O entendimento pós-moderno é que cada um tem sua própria verdade. A verdade deixou de ser objetiva para ser subjetiva. Com isso, assistimos, estarrecidos, não apenas um ataque aos valores morais, mas uma inversão dos valores morais. O profeta Isaías já havia denunciado essa atitude: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!" (Is 5.20).
É isso que estamos vendo na mídia todos os dias. Faz-se apologia do aborto, do adultério, do homossexualismo, da violência e da mentira. Porque uma ideia falsa foi plantada no passado, estamos fazendo uma colheita desditosa no presente. A igreja de Cristo precisa estar firme contra todas essas ondas de engano e permanecer inabalável no cumprimento de sua vocação de levar o evangelho a toda criatura, em todo o mundo.

Reverendo Hernandes Dias Lopes
Diretor executivo da LPC

Fonte: LPC

As lições de Avenida Brasil



Não pretendo por meio do presente e singelo artigo fazer qualquer tipo de apologia às tendenciosas novelas existentes, principalmente as que expõem explicitamente caráter malevolente.
Sinceramente, como cristão temente tenho fortes e sérias resistências às mesmas devido as suas arbitrariedades, no entanto, diante de tanta comoção relacionada ao trama cujo enredo despertou tamanha notoriedade, proponho-me a analisar algumas lições proveitosas que podemos extrair desse fenômeno de audiência que gerou repercussões de efeitos contagiantes e surpreendentes.
Vejamos as lições na perspectiva cristã:

I. A vingança não compensa:
• Exemplo da novela: A Nina por varias vezes prorrogou sua felicidade em prol de sua vingança, e viveu terríveis momentos por causa dessa obsessão até que finalmente aprendeu, embora tarde mais ainda há tempo, que realmente nenhum tipo de vingança compensa.
• Ensinamento bíblico: “Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal.”. Porque os malfeitores serão eliminados; mas aqueles que esperam no SENHOR herdarão a terra. (Salmos 37:8-9).

II. O mal por si só se destrói:
• Exemplo da novela: Santiago, Carminha e Max, foram acometidos pelo próprio mal que tanto desejaram aos outros.
• Ensinamento bíblico: “O que cava uma cova cairá nela; e o que revolve a pedra, esta voltará sobre ele”. (Provérbios 26:27).

III. Cuidado com o excesso de confiança:
• Exemplo da novela: O excesso de confiança de Lucinda pelo Santiago.
• Ensinamento bíblico: “Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem…” (Jeremias 17:5).

IV. O verdadeiro amor supera as adversidades da vida:
• Exemplo da novela: Batata e Rita, pobres meninos que foram separados pelas circunstâncias adversas da vida, mas que depois se reencontraram para viverem o seu grande amor. Jorginho e Nina é um grande exemplo do quão o verdadeiro amor é indestrutível.
• Ensinamento bíblico: “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha”. (1 Coríntios 13:7-8).

V. Não há limites para o perdão:
• Exemplo da novela: Cena marcante o reencontro de Carminha com Jorginho e Nina, e, sobretudo a reconciliação por meio do verdadeiro Perdão.
• Ensinamento bíblico: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também”. (Colossenses 3:13).

VI. Somente o bem é capaz de vencer o mal:
• Exemplo da novela: No fim, o bem da amável Lucinda comoveu e transformou a megera da Carminha em uma pessoa mais humana.
• Ensinamento bíblico: “Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem”.
(Romanos 12:21).

VII. Não devemos julgar segundo as aparências:
• Exemplo da novela: O tadinho do manco Santiago, aparentemente tão inofensivo não era tão bom quanto parecia, e o rabugento Nilo não era tão asqueroso quanto imaginávamos.
• Ensinamento bíblico: “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. (João 7:24).

VIII. A verdade sempre será revelada:
• Exemplo da novela: Depois de muito tempo a verdade veio à tona, Lucinda não é uma assassina.
• Ensinamento bíblico: “Porque não há nada oculto que não venha a ser revelado, e nada escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz”. (Lucas 8:17).
Por fim, confesso que o motivo que me impulsionou a escrever sobre tal assunto, se baseia na consciência de saber que apesar da novela “Avenida Brasil” ter encerrado, o Brasil ainda andará na avenida de uma novela sem fim, que insiste em cometer os mesmo erros dos seus personagens, infelizmente os vilões estão à soltas.
Realmente procede a máxima que dizem: “A arte apenas imita a vida, pois é a vida que inspira toda arte”. Sendo assim, infelizmente ainda veremos um entulho de lixão obstruindo a avenida da vida que nos impede de viver o divino.

Fonte: gospelprime.com.br

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

OS RISCOS DA INCREDULIDADE


“Tão certo como vive Deus, que me tirou o direito,
e o Todo-Poderoso, que amargurou a minha alma ...” 
Jó 27.1,2


Exigem que sejamos fortes, que não demonstremos nossa tristeza diante das crises. Ficam sem jeito diante de nossa dor, não sabem o que dizer. Em vez de simplesmente nos abraçar e chorar conosco, fogem ou falam demais. Assim aconteceu com Jó. Rico, respeitado, poderoso, amado. Um dia, chegam más notícias: um bando de assassinos havia atacado seus funcionários, todo o seu gado e servos tinham sido pegos em um incêndio, outros haviam sido roubados. 

Mas o pior de tudo ainda estava por vir: seus dez filhos, reunidos em uma festa, tinham sido mortos por um tornado. Depois de tantas perdas, Jó ainda ficou muito doente, com algo parecido com fogo selvagem. Aqueles que chegaram para consolá-lo, só lhe foram úteis enquanto, em choque, sentaram-se ao seu lado, calados e sofreram junto com ele. Mas Jó tinha com quem desabafar. Ele podia falar com Deus.

Não se importe com o que os outros possam falar: desabafe a sua dor. Nos braços do Senhor, você pode chorar e sentir-se acolhido e amado. Ele tem o seu conforto para lhe oferecer.


ORE

Senhor, está doendo... Muito obrigado porque foi o Senhor quem me deu as lágrimas. Em nome de Jesus, amém.

Fonte: LPC

A internet ajuda a descobrir a verdade


A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias vem enfrentando uma crise sem precedentes nos Estados Unidos, devido à internet, onde são encontradas notícias e fatos históricos de forma abundante. Como no decorrer da história os líderes mórmons eram quem decidiam o que os membros iriam ler ou ser ensinados sobre a história da igreja, o crescimento foi garantido por muitos anos. Porém, com o advento da internet, muitas informações ficaram disponíveis e ac
joseph smith
essíveis a qualquer um, a qualquer hora. 

Esse fato tem preocupado a liderança, pois controvérsias da história da igreja tem vindo à tona no meio dos membros, segundo o blog “O Contorno da Sombra”. O jornal “The Salt Lake Tribune”, da cidade Salt Lake City, capital do estado fundado por mórmons, Utah, publicou recentemente um artigo escrito pelo jornalista Peggy Fletcher Stak em que ele relata dois casos sintomáticos da crise: um professor da Escola Bíblica consultou a internet para preparar sua aula e descobriu que o Livro de Mórmon, base da religião, teria sido plagiado de uma outra obra. 
Há também o caso de um adolescente que pesquisando a história da igreja na internet, descobriu que o fundador da denominação, Joseph Smith (foto), havia tido várias esposas e inclusive, casado com uma adolescente de 14 anos de idade. Outras controvérsias da história dos Mórmons têm causado dúvida nos membros e provocado desligamentos da igreja, e a liderança teme que essa debandada aumente. As acusações de plágio, que também pairam sobre outro importante livro da religião, “A Pérola de Grande Valor”, e os 130 anos do banimento de negros da plena comunhão da igreja, são fatos históricos que perturbam tanto membros, quanto líderes mórmons.
Para reagir à crise, o líder e historiador oficial da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Marlin Jensen, foi designado para responder às dúvidas dos membros e tentar acalmá-los. Em entrevista ao “Tribune”, Jensen declarou que “nunca antes tínhamos enfrentado essa era da informação, com redes sociais e blogs publicando pontos de vista sem investigá-los adequadamente. A igreja está preocupada com a desinformação e informações distorcidas, mas estamos fazendo o nosso melhor e tentando duramente fazer com que a nossa história seja contada de maneira acurada”.
O líder e historiador também ressaltou que as questões relacionadas à poligamia são mais simples de explicar e resolver, pois essa doutrina não é mais praticada entre os mórmons e não são necessariamente pertinentes ao que se ensina no presente. A igreja não faz nenhum esforço para esconder ou obscurecer a sua história”, afirma.
Outro fator que vem atraindo holofotes para a Igreja é a exposição do pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Mitt Romney, que é mórmon e tem tido sua vida e crença vasculhadas pela imprensa.

Fonte: Gospel+

Augustus Nicodemus lamenta esfriamento da igreja evangélica brasileira

Augustus Nicodemus lamenta esfriamento da igreja evangélica brasileira e critica teologia da prosperidade em seu novo livro, “O Culto Segundo Deus”

 O novo livro do reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes traz críticas à teologia da prosperidade e observações a respeito de um esfriamento das igrejas evangélicas no Brasil.
“O Culto Segundo Deus – A Mensagem de Malaquias para a Igreja de Hoje” foi publicado pela editora Vida Nova, aborda os princípios da adoração a Deus e expõe problemas abordados por Malaquias no Velho Testamento, e que estão presentes na igreja brasileira contemporânea.
Nicodemus avalia que as profecias de Malaquias registram um contexto semelhante ao da igreja evangélica brasileira atual, em que a adoração a Deus parece não surtir efeitos na vida dos fiéis: “Ao longo da história, nem sempre ficou claro para os cristãos o privilégio que têm de adorar a Deus, ser-lhe leal e fazer sua vontade. Qual é o proveito de servir a Deus, cultuá-lo e dedicar tempo para honrá-lo?”, questiona o autor.
Numa analogia feita entre judeus do Velho Testamento e os atuais cristãos brasileiros, Nicodemus afirma que ambos os povos tem nos bens materiais a medida de avaliação do amor divino: “Na época de Malaquias, o povo de Deus passava por uma grande crise econômica e financeira […] O povo então começou a questionar a Deus se de fato Deus amava os judeus, como Malaquias dizia. Este questionamento decorria do fato que eles estavam medindo o amor de Deus pela prosperidade financeira, como as igrejas neopentecostais da teologia da prosperidade ensinam hoje o povo a fazer”, pontua o reverendo.
De acordo com informações do Christian Post, Augustus Nicodemus afirma que “o maior problema das pessoas não é financeiro, mas espiritual e isto fica em segundo plano na teologia neopentecostal”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Bispo Walter McAlister questiona “evangelismo infalível”


O bispo Walter McAlister, fundador das Igrejas Cristãs Nova Vida produziu um vídeo em que explica as características de um bom trabalho de evangelismo.
Bispo Walter McAlister questiona “evangelismo infalível”Segundo ele, há um conceito vigente que diz que o evangelismo necessariamente resulta em conversões. Mas isso nem sempre é um fato, visto que a obra do convencimento cabe ao Espírito Santo. “Só a Bíblia e só Deus é infalível”, afirma.
“Ao cristão, que é testemunha do Evangelho, cabe anunciá-lo. Mas só o Espírito santo convence do pecado da morte e do juízo vindouro. Isso é obra do Espírito Santo”, explica o líder religioso.
Mc Alister explica que evangelismo infalível, ou “bom evangelismo” é aquele onde a mensagem do Evangelho é claramente pregada, onde as pessoas ou rejeitam pelas razões certas ou aceitam pelas razões certas”.
Ele diz que quando há evangelismo de uma pessoa isso não quer dizer necessariamente que ela vai se render aos pés de Cristo. “Isso quer dizer que a oferta livre da obra da Cruz foi apresentada com fidelidade”.
Ele continua caracterizando o evangelismo eficaz. “Este é fundamentado nas Escrituras, não faz promessas que a Bíblia não faz e prega claramente o arrependimento de obras mortas e a rendição a Jesus Cristo como a único Senhor e Salvador”, conclui.
Por Jussara Teixeira para o Gospel+