terça-feira, 29 de maio de 2012

Os Patos e a Rã!


Segue uma historinha bem legal para nos mostrar como orgulho destrói nossas vidas:
Em uma fazenda haiva uma lagoa, ali vivia dois patos selvagens e uma rã, eram os melhores amigos. 
Durante o dia eles cantavam e tocavam juntos, mas chegando o verão e a seca da região, iria diminuir a água. 
Os patos perceberam que teriam que mudar, eles facilmente poderiam voar para outra lagoa e a rã? 
Finalmente decidiram que se a rã colocasse nas duas extremidades de uma vara em suas costas, então a rã poderia se pendurar no meio da vara com a boca e os patos levariam para outra lagoa. 
Como eles estavam voando baixo, um agricultor em sua fazenda olhou para o alto, e quando ele viu a formação estranha, disse:
"Bem, não é que é uma idéia inteligente! Eu quero saber quem pensou nisso?"
... A rã abriu a boca grande e disse: "eu fiz!" Em seguida, ele caiu do alto para sua morte. 
A Bíblia nos diz: 

"O orgulho leva a pessoa à destruição, e a vaidade faz cair na desgraça. " (Provérbios 16:18) 

Será que não acontece muitas vezes em nossas vidas?

Fonte: eoneanother.blogspot

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Aprendendo Libras - Frutas 2






O DRAMA DO VÍCIO VIRTUAL



“São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos 
forem bons, todo o teu corpo será luminoso.” 
Mt 6.22

O pecado pode transformar uma coisa boa em algo pernicioso. Exemplo disso é o vício virtual. Milhões de pessoas vivem prisioneiras do computador e são dependentes da internet. Mergulham num mundo fantasioso e perdem todas as conexões com a vida real. Conversam horas a fio com um desconhecido numa sala virtual, mas não conseguem sentar à mesa com a família para tomar uma refeição. A internet é uma bênção; abre-nos largas avenidas de conhecimento. Mas, também, é uma maldição, pois todo o esgoto da iniquidade está disponível aos internautas.
Muitos navegam pelas águas turvas da pornografia e naufragam nesse pântano lodacento. As redes sociais são uma bênção, abrindo-nos ricos canais de comunicação e de proclamação das mensagens do reino de Deus. Mas, também são uma maldição, pois o mau uso desse instrumento tem levado milhões de pessoas à infidelidade conjugal e às aventuras mais perniciosas. O vício virtual é um drama para a família contemporânea. Precisamos usar esses recursos da tecnologia com discernimento e bom senso.

ORE

Senhor, comprometo-me a usar todas as ferramentas do mundo virtual com sabedoria e moderação. Vou utilizá-las somente para a edificação pessoal e de outros também. Em nome de Jesus.

Fonte: LPC

domingo, 27 de maio de 2012

Pastor faz comparações entre igrejas que “gostam de shows” e as que “adoram a Deus em espírito e em verdade”.


  
Pastor assembleiano Ciro Zibordi publicou artigo em seu blog comparando as igrejas classificadas por ele como “triunfantes” e “triunfalistas”.
Em seu artigo, Zibordi afirma que “a igreja triunfalista marcha pelo caminho largo. A igreja triunfante anda pelo caminho estreito”, citando como referência, a passagem bíblica de Mateus 7:13,14.
O artigo cita ainda diversas comparações, como das igrejas contemporâneas versus as tradicionais.
A crítica à teologia da prosperidade é abordada através da análise de Zibordi sobre o comportamento dos fiéis.

 “A qual igreja você pertence: triunfalista ou triunfante?”:

A igreja triunfalista marcha pelo caminho largo. A igreja triunfante anda pelo caminho estreito (Mt 7.13,14).
A triunfalista gosta de shows. A triunfante adora a Deus em espírito e verdade (Jo 4.23,24).
A triunfalista anima auditórios. A triunfante prega a Palavra (2 Tm 4.1,2).
A triunfalista prega o que mundo quer ouvir. A triunfante prega o que o mundo precisa ouvir.
A triunfalista é tolerante e “inclusiva”. A triunfante apresenta a verdade com amor.
A triunfalista mostra a sua força. A triunfante humilha-se debaixo da potente mão de Deus (1 Pe 5.6).
A triunfalista quer ser reconhecida. A triunfante dá toda glória a Jesus.
A triunfalista decreta e determina. A triunfante clama, roga e pede (Jr 33.3; 29.13; Mt 7.7,8).
A triunfalista prospera financeiramente. A triunfante prospera em tudo (Sl 1.1-3).
O crente da igreja triunfalista diz: “Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta”. O da igreja triunfante ouve do Senhor Jesus: “Eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar”.
A igreja triunfalista prioriza as riquezas. A triunfante busca as coisas que são de cima (Cl 3.1,2).
A triunfalista está em torno de pastores e pregadores midiáticos. A triunfante ouve a voz do Bom Pastor (Jo 10.27,28).
A triunfalista é antropocêntrica. A triunfante é cristocêntrica (1 Co 1.22,23).
A triunfalista quer dominar o mundo. A triunfante quer morar no Céu (Fp 3.20,21).
O crente da igreja triunfalista afirma: “Eu nasci pra vencer”. O da triunfante é mais que vencedor por aquele que o amou (Rm 8.37-39).
Portanto, sejamos vitoriosos pela graça de Deus, “que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento” (2 Co 2.14).


Fonte: Gospel+

terça-feira, 22 de maio de 2012

O Pai da Reforma Protestante na Escócia


        (1510-1572) Nasceu em Haddington, Escócia, foi um padre escocês, líder da Reforma protestante e reconhecido como "O Pai da Reforma Protestante na Escócia”. É considerado o fundador do presbiterianismo. Formou-se na Universidade de Santo Andrews.  Influenciado pelos primeiros reformadores, tais como George Wishart, ele aderiu ao movimento reformista da Igreja da Escócia.  Esteve envolvido nos acontecimentos eclesiásticos e acontecimentos políticos relacionados com a morte do Cardeal Beaton, em 1546 e com a intervenção do governante da Escócia, Maria de Guise.  Ele foi feito prisioneiro pelas forças francesas no ano seguinte, após a sua libertação em 1549 foi exilado para a Inglaterra.
    Discípulo de G. Wishart (1513-1546),  morto no incêndio, Knox foi ordenado sacerdote em 1540.  O seu pensamento teve influencia, tanto luterana e calvinista, bem como Martin Bucer, em particular os seus pontos de vista sobre a comunhão na Ceia do Senhor.  Sua intensa atividade como um reformador e um patriota é confrontado diretamente nas casas de católicos franceses que dominou a Escócia.  Como resultado, Knox foi forçado a buscar proteção no castelo de San Andres.
    Foi Maria, Rainha da Escócia, que obrigou Knox a um exílio forçado.  Maria de Guise sua mãe, francesa e católica como sua filha conseguiu, em Julho de 1547, uma frota francesa sob cerco e bombardeamento do castelo, forçando os seus ocupantes a fugirem.  Knox e seus companheiros foram deportados e enviados para auxiliarem nas cozinhas, onde ele foi tomado como um escravo, até que em 1549, a intervenção do governo Inglês, foi liberada.
    Retornando à Inglaterra, ele começou a pregar em muitas partes do país.  Pregando perto da fronteira escocesa, atraiu muitos escoceses que o governo Inglês estava nervoso.  Knox alcançado por esse reconhecimento,  foi convidado a pregar no tribunal de Edward VI.  Este monarca Inglês, representante da era dourada da Reforma em seu país, ofereceu-lhe um lugar como bispo de Rochester, que imediatamente ele rejeitou.
    Quando Maria Tudor ("Rainha" Sangue "Maria), Católica e esposa de Philip II, chegou ao trono Inglês em 1553, Knox  hesitou por algum tempo, sobre se le preferiria morrer em breve, queimado ou fugir do país. Finalmente, ele decidiu fugir a Genebra em 1555, quando o suíço reformador, John Calvin, o acolheu e tinha muita influência sobre ele.
Em finais 1555, Knox retornou à Escócia à um curto espaço de tempo, onde teve a sorte de escapar de uma acusação de heresia.  John Knox era também um visionário religioso.  Ele argumentou que a única possibilidade de que os escoceses estavam livres de dominação francesa foi a de que os protestantes da Escócia e da Inglaterra unissem em uma frente comum. Em 1559, os eventos são precipitados na Escócia.  O povo levantou-se contra os escoceses e a Regente determinou um domínio francês, havia graves motins e as tropas governamentais foram lançadas contra as forças protestantes, colocando-os em sérios apuros.  Foi então que a Inglaterra,  sob a protestante Elizabeth I, decidiu intervir com um poderoso exército. As tropas francesas foram cercadas em Leith e tiveram que render-se  (1560), este fato revela que a influência veio a um fim.  Nesse mesmo ano, John Knox, juntamente com outros reformadores do seu tempo fundou a Igreja Reformada.
    Em 1567, o francês tinha sido conduzido inteiramente para a Escócia.  O triunfo do protestantismo foi assegurado quando,  Mary Stuart abdicou em 1567.  Knox pregou um sermão na coroação de James VI, o filho de Maria, que foi educado no protestantismo durante a regência do Sr. James Stewart, Earl of Moray e protestantes.  Desta forma, a Reforma Protestante foi finalmente consolidada no país ..
    John Knox, um patriota e pai da Reforma na Escócia, morreu no ano 1572.
 

Fonte:  Wikipedia.com 
 

domingo, 20 de maio de 2012

A Igreja na Europa, Hoje



Descrever a situação da Igreja européia é difícil, porque há imensas diferenças entre as muitas igrejas nacionais. A escala delas passa de atitudes de uma Igreja fechada, de um lado, até à situação de Igrejas como a aquela da Holanda, cujo povo, em geral, mantém uma atitude muito crítica e muito emancipada frente a tudo aquilo que se apresenta como diretriz oficial. Entre estes dois extremos, há um pouco de tudo.

Categorias que se destacam

Os católicos podem ser divididos em várias categorias. O exemplo da Suíça, neste sentido, é muito significativo e tem um certo caráter de modelo para a situação geral. A mais recente pesquisa, publicada em 2005, revelou que entre os católicos, há 11% de a-religiosos e outros 27 % que têm religião, mas que não querem saber mais nada da Igreja. Além deles, existe um contingente de mais ou menos 30 % de católicos que constroem a sua religião emprestando elementos de outras religiões. Há também 20% de neo-religiosos, ligados a idéias esotéricas e a Nova Era. E finalmente, há ainda em torno de 12 % de assim chamados cristãos exclusivos. A religião deles é marcada pela fidelidade total à Igreja.

Situação de gueto

Em geral, podemos dizer que, na maioria dos países, se formou em escala variável, uma situação de gueto para a Igreja. Grande parte das pessoas é católica, mas mantém uma distância mais ou menos grande de tudo aquilo que se chama Igreja oficial ou institucional. Esta Igreja, como conseqüência, vive progressivamente uma vida centrada em si mesma.

Ela desenvolve as suas atividades e oferece os seus serviços, mas uma porcentagem cada vez maior das pessoas e, sobretudo de jovens, simplesmente a ignora. Visto de fora, a Igreja se apresenta assim como sistema fechado que segue o seu próprio caminho, enquanto que, em torno dela, a vida pública se realiza sem a Igreja, e a vivência da religião se faz no campo privado. Aquela naturalidade, com a qual o nosso povo latino-americano vive a sua fé e fala de Deus, não se encontra.

Em vez disso, há grande contingente de pessoas que ainda freqüentam os templos, para os quais, a Igreja assumiu de certa maneira o papel de um Instituto de serviços públicos. Estes serviços, eles exigem em alta voz e reclamam, quando grupos mais avançados querem mudar antigas formas ou tradições. Além disso, a grande maioria dos ainda integrantes da Igreja desenvolve muito pouco a convicção de eles mesmos serem Igreja ou Povo de Deus, sentem-se mais como consumidores que têm o direito de usufruir dos serviços dela. Conseqüentemente, também há poucas vocações.

Desafio: formar cristãos conscientes e Engajados

A consciência de que ser cristão e católico por natureza significa um engajamento prático e concreto na transformação da sociedade, não se encontra na grande maioria dos católicos. Em vez disso, a fé gira em torno do próprio bem estar espiritual, mantendo uma religiosidade muito individualista e concentrada na salvação da sua alma. A Igreja, todavia, do ponto de vista de fora, se apresenta de maneira bem estruturada. Os bispos se esforçam em manter as estruturas institucionais, mas são exatamente estas estruturas que cada vez mais católicos querem mudar.


A arte dos templos testemunham a fé secular da Europa

Nos muitos e bem intencionados esforços para reconquistar o lugar da Igreja na sociedade, existe uma forte tendência de recorrer às fórmulas tradicionais. Essas fórmulas tem para muitos asua importância, pois dão amparo religioso. De outro lado, a hesitação diante de propostas inovadoras produz grande resignação na maioria daqueles que querem mudanças.

Para fora, os serviços se fazem, os ritos estão sendo celebrados e os sinos ainda tocam, mas, em tudo isso, falta em muitos cristãos aquela convicção irradiante de ter na mão a resposta aos anseios da nossa época. Conseqüentemente, há grande consternação, quando, de outro lado, estes cristãos estão sendo confrontados com o Islamismo, uma religião na qual a consciência de ser fermento para a transformação da sociedade se manifesta com força cada vez maior.

No confronto com os muçulmanos, muitos cristãos e cristãs descobrem com grande susto aquilo que eles mesmos esqueceram:

Que a religião é força transformadora e ativa dentro da sociedade.

Fortes pontos de luz

Todavia, neste quadro geral, há também os seus fortes pontos de luz.

As pessoas e, sobretudo muitos jovens, buscam novamente respostas religiosas. É uma busca em parte ainda sem rumo, mas ela existe, e com isso se abrem para a Igreja novas possibilidades para transmitir a sua mensagem. Só que, em muitos casos, os representantes desta Igreja se deixam seduzir pela tentação de reativar e até intensificar as formas tradicionais e as atitudes religiosas individualistas, em vez de abrir corajosamente os caminhos rumo a novos horizontes. O resultado é que, depois de um certo entusiasmo inicial, parte considerável daqueles que primeiro se deixaram envolver, vão embora,decepcionados.


Roma, a capital do Cristianismo, acolhe os fiéis do mundo inteiro
Grandes eventos religiosos evaporam e logo estão sendo encobertos por outros eventos, mais grandiosos ainda, e que, apesar disso, não têm efeito duradouro. Mas, independente de tais fatos, permanecem os fortes sinais de esperança. Numerosos são os grupos que não decepcionam. Existem muitas comunidades pequenas que tentam viver uma outra maneira de ser Igreja. Há tentativas que, por parte, se inspiram nas experiências feitas na América Latina ou buscam outros e novos caminhos. E em tudo isso, há muita boa vontade.

São inúmeros os católicos que de um lado desenvolveram uma atitude crítica diante das antigas estruturas do poder religioso institucional, mas que, de outro lado, se compreendem fielmente como católicos. Eles e elas se manifestam, agem a partir de sua fé em ações e movimentos, exigindo mudanças das antigas estruturas e vivendo a sua fé de maneira prática e concreta. Nestes Grupos, a consciência de ter responsabilidade social é muito acentuada.

As novas tentativas, no entanto, ainda encontram pouco sustento por parte da Igreja oficial. Os representantes de um tradicionalismo religioso e institucional tentam, numa atitude defensiva, construir barragens e muros. Mas, a pressão cresce em todo lugar, independente das tentativas de a ignorar ou sufocar. Há assim uma segunda camada da Igreja que vive uma vida subterrânea, mas muito ativa. Os ramos do Reino de Deus estão se espalhando de maneira escondida como numa situação de catacumbas. Como a Igreja verdadeira sempre encontrou as suas raízes e a sua vitalidade nas catacumbas, há exatamente nisso a grande esperança de uma nova primavera.


Livre Arbítrio ou Livre Agência?



“Enganoso é o coração mais do que todas as coisas, 
e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jeremias 17.9).

Livre Arbítrio poderia ser definido como a capacidade que o homem teve, quando criado, de escolher as coisas que combinavam com a sua natureza santa, mas que, mutavelmente, pudesse escolher aquilo que era contrário à sua natureza santa. Representa a capacidade de escolher todas as opções morais que uma situação oferece.

A Confissão de Fé de Westminster (CFW) traduz esse conceito assim:
"O homem, em seu estado de inocência, tinha a liberdade e o poder de querer e fazer aquilo que é bom e agradável a Deus, mas mudavelmente, de sorte que pudesse decair dessa liberdade e poder." (CFW IX, 2).

Adão possuiu essa capacidade, pois foi capaz de fazer alguma coisa que era contrária à santidade com que foi capacitado. Ele teve, nesse sentido, a capacidade para uma escolha contrária, isto é, com natureza santa, escolheu o que era mal. O pecado original nos tirou o livre arbítrio, pois perdemos a capacidade natural de escolher os caminhos de Deus, porque não temos mais uma inclinação natural que nos direciona para Deus. Hoje nosso coração é cativo do pecado e somente a graça da regeneração pode nos livrar dessa escravidão (Jo 8.32-36). Quem comete pecado é escravo do pecado, logo, não é livre para não pecar quando quiser.

Livre Agênciapor outro lado, poderia ser definida como a capacidade que todos os seres racionais têm de agir espontaneamente, sem serem coagidos de fora, a caminharem para qualquer lado, fazendo o que querem e o que lhes agrada, sendo, contudo, levados a fazer aquilo que combina com a natureza deles.

A Confissão de Fé de Westminster (CFW) traduz este pensamento nestas palavras:
"Deus dotou a vontade do homem de tal liberdade, que ele nem é forçado para o bem ou para o mal, nem a isso é determinado por qualquer necessidade absoluta de sua natureza." (CFW IX,1).

A livre agência é uma característica dos seres humanos, pois todos tomam as suas próprias decisões a respeito do que devem fazer, escolhendo o que lhes agrada à luz de seu discernimento do que é certo e errado e das inclinações que sentem.
Os agentes livres agem espontaneamente, com a auto-determinação da vontade deles. Anselmo de Cantuária argumentava que "se a vontade do homem ou de um anjo é suposta ser criada num estado de indiferença, sem qualquer inclinação para nada, então, não poderia começar qualquer ato de forma alguma. Ela permaneceria indiferente para sempre, e nunca teria qualquer inclinação." (W. G. T. Shedd). Se isto é assim, nenhum homem pode ser responsabilizado por nada, porque ele não começa nenhum ato. Mas o homem é criado com disposição e com inclinação, e sua disposição ou inclinação está sempre ligada à sua condição moral.

Em certo sentido, o homem perdeu a sua liberdade; noutro sentido, não a perdeu. Há uma certa liberdade que é possessão inalienável de um agente livre, a saber, a liberdade de escolher o que lhe agrada, em pleno acordo com as disposições e tendências predominantes da sua alma.

Originalmente, antes da queda, o homem teve tanto o livre arbítrio como a livre agência. Depois da queda o homem ficou somente com a livre agência, pois perdeu tanto o desejo quanto a capacidade de fazer o bem, isto é, o poder de agir contrariamente à sua natureza.