quarta-feira, 4 de abril de 2012

CHOCOLATE OU SANGUE?

“Logo, muito mais agora, 

sendo justificados pelo seu sangue...”

Rm 5.9
A sociedade secularizada trocou não apenas o cordeiro pelo coelho, mas também substituiu o sangue pelo chocolate. O sangue nos causa repulsa, mas o chocolate é doce ao paladar. O chocolate nos agrada e nos dá prazer, mas o sangue nos deixa constrangidos e atônitos. Porém, o que tem a ver o chocolate com a páscoa? Absolutamente nada! Essa é a religião secularizada. Cria símbolos que agradam o gosto do homem, mas afastam as pessoas do caminho de Deus.
A redenção do cativeiro não aconteceu por causa do chocolate, mas por causa do sangue. Não o nosso próprio sangue, mas o sangue de um cordeiro substituto. Aquele cordeiro sem defeito, imolado em favor de cada família era um tipo de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Não somos salvos pelas nossas obras, somos salvos pelo sangue de Jesus Cristo. Ele é o nosso Cordeiro pascal. É pela sua morte que temos vida. É pelo sangue que somos libertos e purificados de todo o pecado. O chocolate é bom e agradável, mas não como símbolo da páscoa!

Ore

Senhor Deus, para que houvesse liberdade, sangue inocente foi derramado. Assim é a salvação em Cristo. Pela morte dele, eu agora posso desfrutar de vida plena em ti. Em nome de Jesus.
 
Fonte: lpc.org.br

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Filipe e o Ovo da Páscoa

Uma professora ensinava uma aula de alunos do terceiro grau. Nesta aula havia uns 10 alunos, todos na faixa de oito anos.
Um dos seus alunos era um menino chamado Filipe. Filipe tinha síndrome de Down. Apesar de aparecer feliz, Filipe mostrava cada vez mais sua sensibilidade. Ele se sentia diferente dos outros alunos.
Se vocês conhecem algumas crianças de 8-10 anos vocês devem saber que as vezes elas podem ser um pouco insensíveis. É justamente nesta idade também que a criança está querendo cada vez mais ser aceito pelos seus amigos.
Infelizmente, Filipe, apesar dos esforços da professora, não foi aceito pelos outros meninos. Mesmo assim, a professora fez tudo possível para que Filipe se sentisse uma parte da turma.
Filipe não escolheu ser diferente. Ele não queria ser diferente dos outros alunos mas ele era. E todos sentiram isso.
Esta professora foi bastante criativa. Um ano, durante a páscoa ela levou para a sua aula dez ovos plásticos vazios. Cada aluno iria receber um ovo. O objetivo era que cada aluno saísse para o jardim e procurasse um símbolo de vida renovada, de vida nova, um símbolo da Páscoa. Depois, eles iam misturar todos os ovos e abri-los para ver o que tinha dentro.
Todos os alunos saíram correndo para achar algo para colocar dentro do seu ovo. Em pouco tempo, todos voltaram e depositaram seus ovos numa mesa. Daí a professora começou a abrir os ovos.
Ela abriu um e dentro tinha uma flor. Todas as criança ficaram admiradas. Ela abriu outro e tinha dentro uma borboleta. As meninas disseram "Ai que lindo! Que bonito!" Os meninos não disseram muita coisa , por que meninos são assim, não é?
A professora abriu um terceiro ovo, mas não tinha nada dentro. Imediatamente todos começaram a rir e gritar "Isso não está certo. Que coisa boba. Alguém errou!"
Foi quando a professora sentiu alguém puxando sua blusa. Ela olhou e viu que Filipe estava ao seu lado.
"É meu" disse Filipe. "É meu." As crianças começaram a rir e dizer "Ai Filipe, você nunca faz nada certo! Você tá sempre por fora!"
"Eu fiz certo, eu fiz" disse Filipe. "É o túmulo. O túmulo está vazio!"
Toda a aula ficou em silencio. Ninguém disse nada. E você pode acreditar, ninguém nunca mais disse a Filipe que ele era estúpido ou que fazia sempre as coisas erradas. De repente Filipe foi aceito pela turma.
Naquele mesmo ano Filipe faleceu. Sua família sabia por muito tempo que ele não ia viver uma vida longa.
Muitas coisas estavam erradas com seu pequeno corpo. No final de Julho, com uma infecção que qualquer um dos seus amigos teriam sobrevivido, Filipe faleceu. Seu velório foi realizado na igreja que os pais dele freqüentavam.
No dia do seu velório, nove crianças de oito anos de idade foram para a frente da igreja e colocaram em cima do seu caixão um ovo de plástico - vazio.
Como o menino Filipe, nosso Senhor Jesus Cristo foi visto e tratado por todos que o conheceram como alguém diferente.
Ele também não foi compreendido. Não foi entendido. Ele foi rejeitado. Foi perseguido. Jesus também deixou uma herança - algo vazio - seu túmulo.
Quando você pensar sobre seu próprio túmulo, com toda sua finalidade, com todo o poder que ele tem sobre você, com toda sua humilhação, lembre-se de uma coisa. Um dia seu túmulo estará vazio - graças a Jesus.
de Harry Pritchet Jr. em Jornal de Teologia de St. Luke's (St Luke's Journal fo Theology) (Junho 1976) citado em "Um Guia de Oração Para Todo o Povo de Deus" (A Guide to Prayer for All God's People), Nashville, Tenn, E.U.A.: Upper Room Books, 1990. pp. 326-329. 

FONTE: www.hermeneutica.com

O resto da história

No ano 1815, Napoleão juntava as forças Francesas em Waterloo para sua batalha contra o Duque Wellington e as tropas inglesas, belgas e holandesas. A história nos ensina que Napoleão foi derrotado em Waterloo. Mas, como foi que as pessoas que viviam em 1815 souberam da notícia?
Para levar a notícia da batalha de Waterloo para a Inglaterra, um navio britânico mandou um sinal para um homem na costa, que depois assinalou para outro num morro distante, e assim adiante pela Inglaterra. A primeira palavra enviada foi “Wellington”. A palavra seguinte foi “derrota”. Daí veio uma neblina intensa e a mensagem parou.
Como dá para imaginar, por toda a Inglaterra, o povo chorou e perdeu o ânimo pela mensagem de duas palavras “Wellington derrota”. Mas, quando a neblina se dissipou, foram enviadas mais duas palavras “o inimigo”. O desespero se converteu em júbilo.
Eis o meu ponto. O que você acha que os discípulos pensaram de Jesus quando viram os eventos que se passaram na sexta-feira da crucificação? Mas, sexta-feira só tinha uma parte da mensagem. O resto da história foi declarado no Domingo através do túmulo vazio. O desespero se converteu em júbilo.
(Jesus) estava ensinando aos seus discípulos. E lhes dizia: “O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, e três dias depois ele ressuscitará”. Mas eles não entendiam o que ele queria dizer e tinham receio de perguntar-lhe. Marcos 9:31-32
de Steve Higginbotham no site www.iluminalma.com. 
 FONTE: www.hermeneutica.com