Autor: Becky Zerbe
Antes de desistir de seu casamento, faça uma lista daquilo que ele tem de bom.
O dia finalmente chegou. Eu insisti o quanto pude para manter meu casamento. Assim que Bill, meu marido, saiu para o trabalho, fiz uma única mala para mim e meu filho de 14 meses e abandonei nosso lar. Este era o único ano em nosso casamento que vivíamos na mesma cidade que meus pais. Obviamente, a conveniência de poder correr para os braços de papai e mamãe tornou a decisão de deixar Bill mais fácil.
Foi com um rosto enraivecido e molhado de lágrimas que entrei na cozinha de minha mãe. Ela pegou o bebê enquanto eu, entre soluços, fazia minha declaração de independência. Depois de lavar o rosto e tomar uma xícara de café, mamãe me disse que papai e ela me ajudariam. Era reconfortante saber que eles estariam ali para me apoiar.
“Mas, antes que deixe Bill definitivamente”, ela disse, “tenho uma tarefa para você”.
Minha mãe colocou o bebê adormecido na cama e, pegando uma folha de papel e uma caneta, traçou uma linha vertical dividindo a folha ao meio. Ela me explicou que eu deveria escrever na coluna da esquerda uma lista de todas as coisas que Bill havia feito e que tornavam impossível a convivência com ele. Conforme observava a linha divisória, imaginei então, que ela me pediria para relacionar as boas qualidades de Bill na coluna da direita. “Vai ser fácil”, pensei. Imediatamente a caneta começou a deslizar sobre o papel, e rapidamente cheguei ao final do lado esquerdo.
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Para começar, Bill nunca juntava as roupas que ele deixava pelo chão. Nunca me avisava quando ia sair. Dormia durante os cultos. Tinha hábitos deselegantes e embaraçosos, como por exemplo, assoar o nariz ou arrotar à mesa. Nunca me comprava bons presentes. Recusava-se a combinar as roupas, era rigoroso com gastos e não me ajudava com as tarefas domésticas. Também não gostava de conversar comigo.
A lista continuava até encher toda a folha. Certamente eu tinha evidências mais do que suficientes para provar que nenhuma mulher seria capaz de viver com este homem.
Declarei pretensiosamente, logo, que terminei:
“Agora sei que você vai me pedir para escrever as boas qualidades de Bill do lado direito”.
“Não”, ela respondeu. “Eu já conheço as qualidades de Bill. Em vez disso, gostaria que, para cada item do lado esquerdo, escrevesse qual foi a sua reação e o que você fez”.
Bem, isto já seria mais difícil. Eu já havia pensado nas poucas qualidades de Bill que poderia mencionar. Porém, em nenhum momento considerei pensar sobre mim mesma. Eu tinha certeza que mamãe não me permitiria deixar a tarefa incompleta. Então, comecei a escrever a segunda coluna.
Em resposta às atitudes dele eu fazia cara feia, chorava e sentia raiva. Eu me envergonhava de sua companhia. Eu me comportava como uma “mártir”. Desejava ter me casado com outra pessoa. Dava-lhe o “tratamento silencioso”. Acreditava que era boa demais para ele. O meu lado da lista parecia não ter fim.
Quando cheguei ao final da página, mamãe pegou o papel da minha mão e foi até a gaveta do armário. Ela pegou uma tesoura e cortou-o ao meio no sentido da linha vertical que havia traçado. Pegou a coluna da esquerda, amassou-a e a jogou no lixo; e voltando-se em minha direção me entregou o lado direito.
“Becky, leve esta lista de volta para casa com você”, ela me disse. “Passe o restante do dia refletindo sobre ela. Ore sobre isso. Cuidarei do bebê até o anoitecer. Se fizer o que estou lhe pedindo, e depois se você sinceramente ainda quiser se separar de Bill, seu pai e eu estaremos aqui para lhe ajudar”.
Encarando os fatos – Deixando a bagagem e meu filho na casa dos meus pais, dirigi de volta para casa. Assim que sentei no sofá com aquele pedaço de papel na mão, não pude acreditar no que estava vendo. Mesmo sem uma análise adequada dos hábitos irritantes de meu marido, a minha lista parecia simplesmente horrível.
O que eu podia ver era um verdadeiro recorde de comportamentos mesquinhos, atitudes vergonhosas e reações destrutivas. Gastei as horas que se seguiram pedindo a Deus que me perdoasse. Pedi a Deus força, orientação e sabedoria para as mudanças que agora eu sabia que teriam que ocorrer em mim. À medida que continuava orando, percebi a maneira ridícula com que estava me comportando. Eu me lembrava vagamente das transgressões que tinha escrito para Bill. Era uma lista completamente absurda. Não havia nada de tão horrível ou imoral nela. Na verdade, eu havia sido abençoada com um bom homem – não um homem perfeito, mas um bom homem.
Meus pensamentos recuaram até cinco anos atrás. Eu havia feito um voto a Bill. Eu o amaria e o honraria na saúde ou na doença. Estaria com ele para o melhor e para o pior. Eu havia dito essas palavras na presença de Deus, da minha família e dos nossos amigos. E hoje, pela manhã, estava pronta para abandoná-lo por causa de aborrecimentos triviais.
Neste momento peguei o carro e voltei à casa de meus pais. Eu estava maravilhada de como me sentia tão diferente de quando havia chegado da primeira vez, de manhã, para encontrar minha mãe. Agora me encontrava em paz; sentia-me agradecida e aliviada.
Quando peguei meu filho de volta, senti-me alarmada ao pensar em como estava prestes a fazer uma mudança tão drástica em minha vida. Meu egoísmo quase custara a essa criança a oportunidade de conviver todos os dias com um pai maravilhoso. Agradeci a minha mãe, e rapidamente saí porta afora, de volta para minha casa. No horário em que Bill costumava chegar do trabalho, eu já havia desfeito a mala e esperava por ele.
Um novo olhar – Eu adoraria poder dizer que Bill mudou. Mas isso não aconteceu. Ele ainda faz as mesmas coisas que “me aborrecem, me envergonham e me deixam a ponto de explodir”.
Na verdade, a mudança aconteceu comigo. Daquele dia em diante, me tornei responsável não apenas por minhas ações em nosso casamento, mas também por minhas reações.
Ainda me recordo de um item da lista: Bill dormia durante os cultos. O momento em que ele começava a cochilar sempre marcava o fim do meu período de adoração.
Eu acreditava que ele, de propósito, não tinha o menor interesse na mensagem – e meu pai era o pregador! Eu não me importava com o fato de Bill não ser capaz de permanecer acordado a qualquer hora por longos períodos. O tempo que ele gastava cabeceando de tanto sono eu gastava bufando de raiva. Sentia-me envergonhada no meio da congregação. Era uma grande humilhação. Tentava imaginar por qual razão eu havia casado com esse homem. Certamente ele não merecia uma esposa tão boa quanto eu!
Somente agora podia enxergar claramente como eu era. Meu orgulho estava atrapalhando uma parte muito importante da minha vida: a minha adoração. Agora, quando Bill cochilava na igreja, eu gastava esse momento em oração e agradecimento. Desviava os meus olhos dele dormindo e de mim mesma, para concentrar o meu olhar apenas em Deus. Em vez de deixar a igreja furiosa, passei a sair cheia de alegria.
Não demorou muito até que Bill percebesse a diferença. Ele comentou durante um almoço de domingo: “Você parece estar gostando mais dos cultos ultimamente. Eu já estava começando a pensar que você não gostava do pregador.” Meu instinto imediato seria contar-lhe como ele havia arruinado tantos cultos que assisti. Mas, ao contrário, aceitei seu comentário sem erguer minhas defesas.
Refazendo a lista – Tenho refeito essa lista muitas vezes ao longo dos anos. Continuo pedindo perdão a Deus pelo meu comportamento patético e sabedoria para vivenciar o meu casamento.
Quinze anos depois desta experiência, Bill, aos 49 anos, foi diagnosticado como portador do Mal de Alzheimer. Ele teve que abrir mão de seu trabalho como professor, e assumi o sustento da família, o que nos levou a dias de muitas tentativas e noites de muita preocupação. Observá-lo lutando para manter suas habilidades básicas diárias tem sido uma grande inspiração tanto para mim quanto para nossos filhos. Precisamos depender de nossa fé para crer que Deus está no controle – especialmente quando sentimos não ter controle algum da situação. Temos procurado na Bíblia as respostas para estas questões difíceis de entender. Gastamos nosso tempo com emoções que vão desde a raiva até a tristeza. Perguntamos-nos, “Por quê?”. Nesses momentos, clamamos a Deus e pedimos que nos dê a paz que excede a todo entendimento.
Lamentavelmente, existem dias em que minha paciência está quase esgotada mesmo sabendo que Bill não pode evitar certas coisas que me irritam. Então, percebo a minha responsabilidade em reagir com o amor que Deus tem me mostrado. Clamo a Deus e peço que ele ame Bill através de mim – porque sei que não sou capaz de amar Bill da maneira que Deus o ama.
Agradeci a Deus muitas vezes por ter uma mãe que foi minha mentora espiritual. Embora tenha certeza de que se sentiu tentada a fazê-lo, naquele dia mamãe não me passou um sermão ou me deu sua opinião sobre o meu comportamento. O que ela fez foi conduzir-me a descobrir a verdade que salvou o meu mais precioso bem: meu casamento. Se não tivesse aprendido a reagir como uma esposa cristã aos pequenos problemas de Bill, eu jamais seria capaz de reagir de maneira adequada aos grandes problemas que hoje enfrentamos.
Ao chegar em casa outro dia, meu filho me perguntou o seguinte:
“Mãe, o que vamos fazer quando papai não se lembrar mais de nós?”.
“Bom, nós vamos nos lembrar de quem ele é. Lembraremos-nos do pai e do marido que ele foi. Vamos nos lembrar de tudo que ele nos ensinou e da maneira maravilhosa com que ele nos amava”, respondi.
Depois que meu filho saiu da sala, fiquei pensando neste homem que amou sua família e o seu Deus. Sorri comigo mesma: muitas das minhas lembranças mais vívidas eram daqueles pequenos hábitos irritantes que me levaram a fazer uma lista de defeitos anos atrás.
é a autora de “Laughing with My Finger in the Dam”, e é casada com Bill há 29 anos.
Fonte:www.ejesus.com.br
"Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim." (João 5.39)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Reunião de pais numa escola
Em uma reunião de pais numa escola de periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Colocava esta diretora também que os mesmos deveriam se fazer presentes para os filhos. Entendia ela que, embora sabendo que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e atender às crianças.
A diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, na sua maneira humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, pois quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo, e quando voltava do trabalho o garoto já havia deitado, porque era muito tarde.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para poder prover o sustento da sua família. Porém, ele contou também que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho, mas que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. Para que o filho soubesse de sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia através dele que o pai havia estado ali e o havia beijado. O nó era o elo de comunicação entre eles.
Mais surpresa ainda a diretora ficou quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da sala.
Esta história faz-nos refletir sobre muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazer presente, de se comunicar com o filho. Esse pai encontrou a maneira dele. E o mais importante: a criança percebe isso.
Nós nos preocupamos com os nossos filhos, mas é importante que eles sintam, que eles saibam disso.
Devemos nos exercitar nessa comunicação simbólica e encontrar cada um a sua própria maneira de mostrar não só aos filhos, mas aqueles que de uma forma ou de outra contam com o nosso amor e nossa presença!
Fonte:www.ejesus.com.br
A diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, na sua maneira humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, pois quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo, e quando voltava do trabalho o garoto já havia deitado, porque era muito tarde.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para poder prover o sustento da sua família. Porém, ele contou também que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho, mas que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. Para que o filho soubesse de sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia através dele que o pai havia estado ali e o havia beijado. O nó era o elo de comunicação entre eles.
Mais surpresa ainda a diretora ficou quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da sala.
Esta história faz-nos refletir sobre muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazer presente, de se comunicar com o filho. Esse pai encontrou a maneira dele. E o mais importante: a criança percebe isso.
Nós nos preocupamos com os nossos filhos, mas é importante que eles sintam, que eles saibam disso.
Devemos nos exercitar nessa comunicação simbólica e encontrar cada um a sua própria maneira de mostrar não só aos filhos, mas aqueles que de uma forma ou de outra contam com o nosso amor e nossa presença!
Fonte:www.ejesus.com.br
Principal causa da confusão mental no idoso
Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
- Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?
Alguns arriscam: *”Tumor na cabeça”.
Eu digo: “Não”.
Outros apostam: “Mal de Alzheimer”
Respondo, novamente: “Não”.
A cada negativa a turma se espanta… E fica ainda mais
boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos “batedeira”), angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira.
Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
Por isso, aqui vão dois alertas:
1 – O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas,
botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!
2 – Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de
desidratação.
“Líquido neles e rápido para um serviço médico”.
(*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Fonte:www.ejesus.com.br
- Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?
Alguns arriscam: *”Tumor na cabeça”.
Eu digo: “Não”.
Outros apostam: “Mal de Alzheimer”
Respondo, novamente: “Não”.
A cada negativa a turma se espanta… E fica ainda mais
boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos “batedeira”), angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira.
Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
Por isso, aqui vão dois alertas:
1 – O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas,
botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!
2 – Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de
desidratação.
“Líquido neles e rápido para um serviço médico”.
(*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Fonte:www.ejesus.com.br
Ano novo, nova alma
O objetivo de um ano novo não é que nós deveríamos ter um ano novo. É que nós deveríamos ter uma alma nova.” (Gilbert Keith Chesterton).
Que todos nós possamos ter esse ideal que Chesterton nos indica. Entra ano, passa o ano e sai o ano e muitas vezes continuamos na mesma. Sonhamos sonhos que não se realizam, pensamos pensamentos que não se concretizam, prometemos coisas que nunca vamos cumprir e assim a vida vai passando, passando e quando menos esperamos já era, já foi…
Assim, que tal olhamos para dentro da alma? Antes de viajarmos em direção ao ano novo, que bom seria se viajássemos para dentro do coração? Que essa viagem seja feita ao lado de Deus no sentido do Salmo 139.
Que a graça do bom Deus esteja conosco e que essa graça seja suficiente para nós ao ponto de podermos compartilhá-la com aqueles que caminham conosco por essas estradas da vida.
Antonio Carlos Barro
Fonte:www.ejesus.com.br
Que todos nós possamos ter esse ideal que Chesterton nos indica. Entra ano, passa o ano e sai o ano e muitas vezes continuamos na mesma. Sonhamos sonhos que não se realizam, pensamos pensamentos que não se concretizam, prometemos coisas que nunca vamos cumprir e assim a vida vai passando, passando e quando menos esperamos já era, já foi…
Assim, que tal olhamos para dentro da alma? Antes de viajarmos em direção ao ano novo, que bom seria se viajássemos para dentro do coração? Que essa viagem seja feita ao lado de Deus no sentido do Salmo 139.
Que a graça do bom Deus esteja conosco e que essa graça seja suficiente para nós ao ponto de podermos compartilhá-la com aqueles que caminham conosco por essas estradas da vida.
Antonio Carlos Barro
Fonte:www.ejesus.com.br
domingo, 16 de janeiro de 2011
"AMÉM!" ou "AMÉM?" Qual deve ser a maneira correta de se usar esta expressão tão conhecida no meio Cristão?
Amém é uma expressão que vêm sendo usada constantemente em nossas Igrejas. Ela é usada quando alguém quer convidar o povo a abrir suas Bíblias, como por exemplo: “vamos abrir a Palavra de Deus no Livro dos Salmos, amém?”, ou, “quem encontrou, diga amém!”, e, até mesmo quando um pregador saúda a Igreja dizendo assim: “Eu quero saudar a Igreja com a ‘graça e a paz do Senhor', amém?”. Certa feita, estive em uma igreja e no momento em que o pastor passou a palavra para o pregador, este se dirigiu para o púlpito, abriu a sua Bíblia e em seguida disse: “Amém?”.
Temos a impressão que a palavra amém tem se tornado um maneirismo ou um “chavão evangélico”. Para tudo se usa o amém, mesmo quando não se tem nada para falar e fazer. Entretanto, à luz da Palavra de Deus, qual seria o correto uso desta expressão tão conhecida no meio evangélico?
O dicionário nos diz que amém significa “palavra litúrgica de aclamação, que indica anuência firme, concordância perfeita, com um artigo de fé; assim seja”. [1] No aspecto teológico, a palavra amém aparece 56 vezes em toda Bíblia , sendo 28 no Velho e 28 no Novo Testamento. No Antigo Testamento, a palavra hebraica usada é “amen”, que “expressa uma afirmação certa em face de algo que foi dito. É usada após o pronunciamento de maldições solenes (Nm 5:22; Dt 27:15) e após orações e hinos de louvor (1Cr 16:36; Ne 8:6; Sl 41:13, etc)”. [2] Desta forma, há de se perceber que o termo é empregado com a finalidade de confirmar uma verdade e não de indagar sobre algo.
No Novo Testamento, a palavra usada é “amen”, de onde procede a nossa palavra “amém” em português. Da mesma forma que no Antigo Testamento, a expressão amém é utilizada ao final de orações e hinos de louvor (Mt 6:13; 9:25; 11:36; Fp 4:20; 1Tm 1:16; Ap 7:12, etc). “Isto indica que o termo assim usado em nossas orações deve expressar certeza e segurança no Senhor, a quem dirigimos a nossa oração”. [3]
Partindo dessa premissa, podemos ver algumas implicações do correto uso da palavra “amém”:
Em primeiro lugar: a palavra amém poderia ser utilizada no término de uma leitura bíblica no culto; em orações cantadas (hinos e cânticos espirituais); orações proferidas por irmãos durante o culto ou reuniões de oração; ao término da mensagem exposta pelo pregador e também ao findar do culto, como por exemplo, o “amém tríplice”.
Em segundo lugar: o amém só deve ser respondido quando entendemos aquilo que é falado ou cantado. O apóstolo Paulo exortando a Igreja de Corinto diz: “E, se tu bendisseres apenas em espírito, como dirá o indouto o amém depois da tua ação de graças? Visto que não entende o que dizes” I Co 14:16. João Calvino ainda diz que a finalidade de se dizer amém após a oração é “indicar publicamente que as orações, feitas por um, eram de fato de todos eles. Portanto, ela indica a confirmação não só daquilo que afirmamos na oração, mas também do que pedimos nela”. [4]
Em terceiro lugar: a expressão amém deve ser utilizada sempre como ato afirmativo ou de exclamação (!), nunca de interrogação (?). Das 56 vezes que a palavra aparece na Bíblia, 53 são afirmações, como: “Bendito seja o Senhor para sempre! Amém e Amém! ” Sl 89:52 ou “Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre o seu rosto, e adoraram a Deus, dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!” Ap 7:11-12. Portanto, a palavra Amém não é usada para indagar e sim para afirmar. Exemplo disso também nos dá o rei Davi ao dirigir a Deus um Salmo de ações de graças em um culto congregacional: “Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, desde a eternidade até a eternidade. E todo o povo disse: Amém! E louvou ao Senhor” 1Cr 16:36. As outras três expressões encontradas no Texto Inspirado, nada têm haver com uma interrogação (1Co 14:16; 2Co 1:20 e Ap 3:14). Aliás, neste último texto, João atribui a Jesus a expressão Amém, ou seja, aquele que testemunhou verdadeiramente a criação de Deus.
Diante daquilo que a Bíblia nos ensina, usar a palavra Amém como “chavão” ou “jargão” é desfocar completamente o seu sentido. Num estudo ou em uma palestra, não há nada de errado em se questionar os ouvintes se eles estão entendendo. Mas, para isso, não é necessário usar o “amém?”, e, sim, o famoso “ok?” ou “tudo bem?”, ou mesmo, se você quer saber se todos abriram a Bíblia ou se encontraram o texto, ao invés do “amém?”, pergunte: “todos abriram?, todos encontraram o texto?”. Que assim, queira o Senhor nosso Deus nos abençoar, para que façamos o mais correto uso das expressões bíblicas. Amém !
NOTAS:
[1] - Dicionário Aurélio Século XXI , on-line.
[2] - Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento , Vida Nova, p. 86.
[3] - Ibid, p. 86.
[4] - João Calvino, Comentário de 1Coríntios, Paracletos, São Paulo 1996, p. 420.
Rev. André do Carmo Silvério
Pastor da Igreja Presbiteriana do Jardim Girassol – Guarulhos,
Professor de Teologia Sistemática no Instituto Bíblico Presbiteriano Rev. Boanerges Ribeiro e Secretário de Mocidade da Confederação Norte Paulistano
Fonte:www.monergismo.net.br
Temos a impressão que a palavra amém tem se tornado um maneirismo ou um “chavão evangélico”. Para tudo se usa o amém, mesmo quando não se tem nada para falar e fazer. Entretanto, à luz da Palavra de Deus, qual seria o correto uso desta expressão tão conhecida no meio evangélico?
O dicionário nos diz que amém significa “palavra litúrgica de aclamação, que indica anuência firme, concordância perfeita, com um artigo de fé; assim seja”. [1] No aspecto teológico, a palavra amém aparece 56 vezes em toda Bíblia , sendo 28 no Velho e 28 no Novo Testamento. No Antigo Testamento, a palavra hebraica usada é “amen”, que “expressa uma afirmação certa em face de algo que foi dito. É usada após o pronunciamento de maldições solenes (Nm 5:22; Dt 27:15) e após orações e hinos de louvor (1Cr 16:36; Ne 8:6; Sl 41:13, etc)”. [2] Desta forma, há de se perceber que o termo é empregado com a finalidade de confirmar uma verdade e não de indagar sobre algo.
No Novo Testamento, a palavra usada é “amen”, de onde procede a nossa palavra “amém” em português. Da mesma forma que no Antigo Testamento, a expressão amém é utilizada ao final de orações e hinos de louvor (Mt 6:13; 9:25; 11:36; Fp 4:20; 1Tm 1:16; Ap 7:12, etc). “Isto indica que o termo assim usado em nossas orações deve expressar certeza e segurança no Senhor, a quem dirigimos a nossa oração”. [3]
Partindo dessa premissa, podemos ver algumas implicações do correto uso da palavra “amém”:
Em primeiro lugar: a palavra amém poderia ser utilizada no término de uma leitura bíblica no culto; em orações cantadas (hinos e cânticos espirituais); orações proferidas por irmãos durante o culto ou reuniões de oração; ao término da mensagem exposta pelo pregador e também ao findar do culto, como por exemplo, o “amém tríplice”.
Em segundo lugar: o amém só deve ser respondido quando entendemos aquilo que é falado ou cantado. O apóstolo Paulo exortando a Igreja de Corinto diz: “E, se tu bendisseres apenas em espírito, como dirá o indouto o amém depois da tua ação de graças? Visto que não entende o que dizes” I Co 14:16. João Calvino ainda diz que a finalidade de se dizer amém após a oração é “indicar publicamente que as orações, feitas por um, eram de fato de todos eles. Portanto, ela indica a confirmação não só daquilo que afirmamos na oração, mas também do que pedimos nela”. [4]
Em terceiro lugar: a expressão amém deve ser utilizada sempre como ato afirmativo ou de exclamação (!), nunca de interrogação (?). Das 56 vezes que a palavra aparece na Bíblia, 53 são afirmações, como: “Bendito seja o Senhor para sempre! Amém e Amém! ” Sl 89:52 ou “Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre o seu rosto, e adoraram a Deus, dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!” Ap 7:11-12. Portanto, a palavra Amém não é usada para indagar e sim para afirmar. Exemplo disso também nos dá o rei Davi ao dirigir a Deus um Salmo de ações de graças em um culto congregacional: “Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, desde a eternidade até a eternidade. E todo o povo disse: Amém! E louvou ao Senhor” 1Cr 16:36. As outras três expressões encontradas no Texto Inspirado, nada têm haver com uma interrogação (1Co 14:16; 2Co 1:20 e Ap 3:14). Aliás, neste último texto, João atribui a Jesus a expressão Amém, ou seja, aquele que testemunhou verdadeiramente a criação de Deus.
Diante daquilo que a Bíblia nos ensina, usar a palavra Amém como “chavão” ou “jargão” é desfocar completamente o seu sentido. Num estudo ou em uma palestra, não há nada de errado em se questionar os ouvintes se eles estão entendendo. Mas, para isso, não é necessário usar o “amém?”, e, sim, o famoso “ok?” ou “tudo bem?”, ou mesmo, se você quer saber se todos abriram a Bíblia ou se encontraram o texto, ao invés do “amém?”, pergunte: “todos abriram?, todos encontraram o texto?”. Que assim, queira o Senhor nosso Deus nos abençoar, para que façamos o mais correto uso das expressões bíblicas. Amém !
NOTAS:
[1] - Dicionário Aurélio Século XXI , on-line.
[2] - Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento , Vida Nova, p. 86.
[3] - Ibid, p. 86.
[4] - João Calvino, Comentário de 1Coríntios, Paracletos, São Paulo 1996, p. 420.
Rev. André do Carmo Silvério
Pastor da Igreja Presbiteriana do Jardim Girassol – Guarulhos,
Professor de Teologia Sistemática no Instituto Bíblico Presbiteriano Rev. Boanerges Ribeiro e Secretário de Mocidade da Confederação Norte Paulistano
Fonte:www.monergismo.net.br
Assassinatos contra gays: dados manipulados
Segundo reportagem da Agência Câmara, "pesquisas registram mais de 200 assassinatos a homossexuais em todo o país". Sim, mas assassinados por quê? Pelo fato de serem homossexuais? Pelo fato de estarem em ambientes marcados pela violência? Pelo consumo de drogas? Pela libertinagem? Por latrocínios? Pelo fato de estarem de madrugada em ruas e bairros perigosos? Não se cita. Assim sendo, parece que, se um homossexual estiver andando de madrugada na Vila Cruzeiro no Rio de Janeiro e calhar de ele ser assassinado, engrossará as estatísticas de "assassinatos contra homossexuais".
Não bastasse a ausência de detalhes em tais pesquisas, todos os veículos de imprensa falham em mencionar que, no Brasil, no ano de 2007, ocorreram 47.707 assassinatos. Logo, se cerca de 200 são contra homossexuais, então o número de assassinatos contra homossexuais é 0,42% do total.
Homossexuais representam 0,42% da população? Certamente não. Não há pesquisas isentas sobre o número de homossexuais no Brasil, embora os grupos gays mais radicais dizem chegar a 9% da população. No entanto, na Europa, onde a aceitação ao homossexualismo é maior que no Brasil, a porcentagem de gays não chega a passar de 2%.
No Reino Unido, segundo pesquisa da ONS (Office for National Statistics), feita com quase 250.000 pessoas, chegou-se à conclusão que 1,3% dos homens são gays, 0,6% das mulheres são lésbicas e 0,5% são bissexuais. No total, 1,5% das pessoas são gays ou bissexuais.
Na Espanha, pesquisa da INE, baseada em 10.838 entrevistas praticadas no último semestre de 2003, assinalou que somente 1% da população mantém relações exclusivamente homossexuais. A população que reconhece ter tido em alguma ocasião este tipo de relação ao longo de sua vida é de 3%, 3,7% entre os homens e 2,7% entre as mulheres.
No Canadá, pesquisas feitas em 2003 com 121.000 adultos canadenses mostrou que somente 1,4% se consideravam homossexuais.
O fato é que, de uma forma ou de outra, se o número de assassinatos contra gays é de cerca de 200, os gays estão subrepresentados quanto ao total de assassinatos, ou seja, os gays são menos propensos a sofrer violência e assassinatos que o resto da população, ao contrário do que a grande mídia propala.
Alguém poderia dizer: e a agressão contra um homossexual ocorrida recentemente em São Paulo? Eu responderia: Sim, é um caso deplorável, mas se a pessoa agrediu o homossexual, o Código Penal já prevê punição para ela; o que não pode acontecer é o crime se tornar maior pelo fato de o agredido ser homossexual, pois isso configuraria uma discriminação contra todos os não-homossexuais.
Quantas pessoas morrem por ano em filas de hospitais? Seriam menos de 200? E o número de mendigos mortos queimados, principalmente no Nordeste? Seriam menos de 200 por ano? Quantas pessoas inocentes morrem por dia na violência das grandes cidades? Seriam menos de 200 por ano? Quantos policiais morrem vítimas da violência? Quantas pessoas morrem por ano vítimas das drogas? Quantas pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito? Seriam menos de 200?
Logo, não faz sentido nenhum as polícias e o Poder Judiciário desviarem a atenção dos 99,58% de assassinados no Brasil (uma vez que a segurança pública brasileira é insuficiente para atender as pessoas que mais precisam dela) para dar tratamento especial a uma minoria de 0,42% que, aliás, está subrepresentada nas estatísticas de assassinatos.
Divulgação: www.juliosevero.com
Fonte:www.jesussite.com.br
Não bastasse a ausência de detalhes em tais pesquisas, todos os veículos de imprensa falham em mencionar que, no Brasil, no ano de 2007, ocorreram 47.707 assassinatos. Logo, se cerca de 200 são contra homossexuais, então o número de assassinatos contra homossexuais é 0,42% do total.
Homossexuais representam 0,42% da população? Certamente não. Não há pesquisas isentas sobre o número de homossexuais no Brasil, embora os grupos gays mais radicais dizem chegar a 9% da população. No entanto, na Europa, onde a aceitação ao homossexualismo é maior que no Brasil, a porcentagem de gays não chega a passar de 2%.
No Reino Unido, segundo pesquisa da ONS (Office for National Statistics), feita com quase 250.000 pessoas, chegou-se à conclusão que 1,3% dos homens são gays, 0,6% das mulheres são lésbicas e 0,5% são bissexuais. No total, 1,5% das pessoas são gays ou bissexuais.
Na Espanha, pesquisa da INE, baseada em 10.838 entrevistas praticadas no último semestre de 2003, assinalou que somente 1% da população mantém relações exclusivamente homossexuais. A população que reconhece ter tido em alguma ocasião este tipo de relação ao longo de sua vida é de 3%, 3,7% entre os homens e 2,7% entre as mulheres.
No Canadá, pesquisas feitas em 2003 com 121.000 adultos canadenses mostrou que somente 1,4% se consideravam homossexuais.
O fato é que, de uma forma ou de outra, se o número de assassinatos contra gays é de cerca de 200, os gays estão subrepresentados quanto ao total de assassinatos, ou seja, os gays são menos propensos a sofrer violência e assassinatos que o resto da população, ao contrário do que a grande mídia propala.
Alguém poderia dizer: e a agressão contra um homossexual ocorrida recentemente em São Paulo? Eu responderia: Sim, é um caso deplorável, mas se a pessoa agrediu o homossexual, o Código Penal já prevê punição para ela; o que não pode acontecer é o crime se tornar maior pelo fato de o agredido ser homossexual, pois isso configuraria uma discriminação contra todos os não-homossexuais.
Quantas pessoas morrem por ano em filas de hospitais? Seriam menos de 200? E o número de mendigos mortos queimados, principalmente no Nordeste? Seriam menos de 200 por ano? Quantas pessoas inocentes morrem por dia na violência das grandes cidades? Seriam menos de 200 por ano? Quantos policiais morrem vítimas da violência? Quantas pessoas morrem por ano vítimas das drogas? Quantas pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito? Seriam menos de 200?
Logo, não faz sentido nenhum as polícias e o Poder Judiciário desviarem a atenção dos 99,58% de assassinados no Brasil (uma vez que a segurança pública brasileira é insuficiente para atender as pessoas que mais precisam dela) para dar tratamento especial a uma minoria de 0,42% que, aliás, está subrepresentada nas estatísticas de assassinatos.
Divulgação: www.juliosevero.com
Fonte:www.jesussite.com.br
domingo, 26 de dezembro de 2010
ALGUNS ENSINOS DE CHARLES FINNEY
Nesse mês, como os demais, fui agraciado mais uma vez com uma carta do meu amigo e pastor Luiz Ricardo de São Paulo, e como sempre ele me enviou grandes ensinamentos através da mesma. Sendo que nessa em especial, me apresentou outro grande homem de Deus, o qual teve sua vida utilizada de maneira grandiosa pelo Senhor:CHARLES FINNEY.
Charles Grandison Finney (Warren, 24 de agosto de 1792 - Oberlin, 16 de agosto de 1875[1]) foi um pregador, professor, teólogo, abolicionista e avivalista estado-unidense, um dos líderes do Segundo Grande Despertar.
Não vou me extender quanto a sua biografia, mas gostaria de repassar alguns dos seus ensinamentos:
Passa muito tempo, diariamente, pela manhã e à noite, em oração e comunhão direta com Deus. Isso te trará poder para a salvação. Não há erudição nem estudo que compense a perda dessa comunhão. Se deixares de manter comunhão com Deus, te enfraquecerás e serás como qualquer outro homem.
Deixa sempre que o povo observe que o tratas com a mais absoluta seriedade tanto no púlpito como fora dele; e não permitas que o convívio diário com as pessoas neutralize tua mensagem no domingo.
Resolve “nada saber” entre teu povo “senão a Jesus, e Este crucificado”. E deixa claro que, na qualidade de embaixador de Cristo, teus negócios com eles dizem respeito inteiramente à salvação da alma.
Faze da Bíblia o teu Livro dos livros. Estuda-a muito, de joelhos, esperando iluminação divina.
No estudo, acautela-te de depender dos comentários. Consulta-os quando convier; porém julga por ti mesmo, à luz do Espírito Santo.
Entrega-te à oração sempre que fores pregar, e vai do aposento para o púlpito com os gemidos íntimos do Espírito procurando expressão nos teus lábios.
Deixa o povo compreender que temes muito a Deus para temer os homens.
Inspira o respeito do povo pela tua sinceridade e sabedoria espiritual.
Vigia os teus pontos fracos. Se fores por natureza dado a jovialidade e brincadeiras, vigia ocasiões de falha nessa área.
Repele toda tentativa de fechares a boca a tudo quanto for extravagante, errado ou prejudicial entre o teu povo.
Mantém a tua integridade e independência pastorais, para não cauterizar a consciência, apagar o Espírito Santo e perder a confiança do povo a favor de Deus.
Não dês a impressão de que aprecias uma boa mesa e gostas de ser convidado para jantar; pois isso será um laço para ti e uma pedra de tropeço para o povo.
Sê exemplo do rebanho; permite que a tua vida ilustre o teu ensino. Lembra-te de que as tuas ações e espírito ensinarão com ainda maior ênfase do que os teus sermões.
Repele toda proposta para angariar fundos para ti ou para o trabalho da igreja junto a homens mundanos, embora sejam eles solícitos.
Cuida em conhecer pessoalmente e viver diariamente a Pessoa de Cristo.
Charles Grandison Finney (Warren, 24 de agosto de 1792 - Oberlin, 16 de agosto de 1875[1]) foi um pregador, professor, teólogo, abolicionista e avivalista estado-unidense, um dos líderes do Segundo Grande Despertar.
Não vou me extender quanto a sua biografia, mas gostaria de repassar alguns dos seus ensinamentos:
Passa muito tempo, diariamente, pela manhã e à noite, em oração e comunhão direta com Deus. Isso te trará poder para a salvação. Não há erudição nem estudo que compense a perda dessa comunhão. Se deixares de manter comunhão com Deus, te enfraquecerás e serás como qualquer outro homem.
Deixa sempre que o povo observe que o tratas com a mais absoluta seriedade tanto no púlpito como fora dele; e não permitas que o convívio diário com as pessoas neutralize tua mensagem no domingo.
Resolve “nada saber” entre teu povo “senão a Jesus, e Este crucificado”. E deixa claro que, na qualidade de embaixador de Cristo, teus negócios com eles dizem respeito inteiramente à salvação da alma.
Faze da Bíblia o teu Livro dos livros. Estuda-a muito, de joelhos, esperando iluminação divina.
No estudo, acautela-te de depender dos comentários. Consulta-os quando convier; porém julga por ti mesmo, à luz do Espírito Santo.
Entrega-te à oração sempre que fores pregar, e vai do aposento para o púlpito com os gemidos íntimos do Espírito procurando expressão nos teus lábios.
Deixa o povo compreender que temes muito a Deus para temer os homens.
Inspira o respeito do povo pela tua sinceridade e sabedoria espiritual.
Vigia os teus pontos fracos. Se fores por natureza dado a jovialidade e brincadeiras, vigia ocasiões de falha nessa área.
Repele toda tentativa de fechares a boca a tudo quanto for extravagante, errado ou prejudicial entre o teu povo.
Mantém a tua integridade e independência pastorais, para não cauterizar a consciência, apagar o Espírito Santo e perder a confiança do povo a favor de Deus.
Não dês a impressão de que aprecias uma boa mesa e gostas de ser convidado para jantar; pois isso será um laço para ti e uma pedra de tropeço para o povo.
Sê exemplo do rebanho; permite que a tua vida ilustre o teu ensino. Lembra-te de que as tuas ações e espírito ensinarão com ainda maior ênfase do que os teus sermões.
Repele toda proposta para angariar fundos para ti ou para o trabalho da igreja junto a homens mundanos, embora sejam eles solícitos.
Cuida em conhecer pessoalmente e viver diariamente a Pessoa de Cristo.
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