quinta-feira, 18 de agosto de 2011

EXPLICANDO DEUS

Um certo dia, a professora perguntou as crianças quem saberia explicar quem é Deus?
Uma das crianças levantou o braço e disse:
            
- Deus é o nosso pai, Ele fez a terra, o mar e tudo que está nela; nos fez como filhos dele.

A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe:
- Como vocês sabem que Deus existe, se nunca O viram?

A sala ficou toda em silêncio...

Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse:
- A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs, eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tira, fica sem sabor. Deus existe e está sempre no meio de nós, só que não O vemos, mas se Ele sair de perto, nossa vida fica...sem sabor.
                   
A professora sorriu, e disse:
- Muito bem Pedro, eu ensinei muitas coisas a vocês, mas você me ensinou algo mais profundo que tudo o que eu já sabia. Eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida!

Deu-lhe um beijo e saiu surpresa com a resposta daquela criança."
              
                        MORAL DA HISTÓRIA

A sabedoria não está no conhecimento, mas na vivência de DEUS em nossas vidas, pois teorias existem muitas, mas doçura como a de DEUS não existe ainda, nem mesmo nos melhores açúcares...não se esqueça de colocar "AÇÚCAR" em sua vida.Pense nisso...e tenha um bom dia...

Fonte: www.kidnoel.com

Copo de leite

Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, estava com muita fome e só lhe restava uma pequena moeda no bolso.
Decidiu, então, que ao invés de tentar vender, iria pedir comida na próxima casa; porém seus nervos o traíram quando uma encantadora jovem lhe abriu a porta.
Em vez de comida, pediu um copo de água. A mulher percebeu que ele estava com fome e lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
- Quanto lhe devo?
- Não me deve nada – respondeu ela. E continuou: – Minha mãe sempre nos ensinou a ajudar as pessoas.
- Pois te agradeço todo coração, a você e à sua mãe.
O rapaz saiu daquela casa não só refeito fisicamente, mas também com sua fé renovada em Deus e nos homens. Ele já havia resolvido abandonar os estudos devido às dificuldades financeiras que estava passando, mas aquele gesto de bondade o fortaleceu.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, para se tratar.
O médico de plantão naquele dia era o Dr. Howard Kelly, um dos maiores especialistas do país naquela área. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos e de pronto foi ver a paciente.
Reconheceu-a imediatamente e determinou-se a fazer o melhor para salvar sua vida, passando a dedicar-lhe atenção especial. Contudo, nada lhe disse sobre o primeiro encontro que tiveram no passado.
Depois de uma terrível batalha, eles finalmente venceram aquela enfermidade.
Ao receber alta, ela teve medo de ver a conta do hospital, porque imaginava que levaria o resto da sua vida para pagar por aquele tratamento tão caro e demorado. Quando, finalmente, abriu a fatura, seu coração se encheu de alegria com estas palavras: “Totalmente pago – há muitos anos – com um copo de leite – ass.: Dr.Howard Kelly.” Só então ela se lembrou de onde conhecia aquele médico.
“Na vida nada acontece por acaso. O que você faz hoje, pode fazer a diferença em sua vida amanhã.”
FONTE: estudos.gospelprime.com.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Maçãs do amor

No corre-corre de um terminal rodoviário algumas pessoas derrubaram um tabuleiro de maçãs-do-amor, esparramando-as pelo chão. Somente um homem parou para ajudar a pequena vendedora.
Ao começar a recolher as frutas, ele percebeu que ela era cega. Gentilmente ajudou-a a levantar o tabuleiro e a ajuntar as maçãs.
Ao ficar verificar que várias de suas frutas se estragaram na queda, a menina ficou visivelmente apreensiva:
- Minha mãe vai ficar muito triste.
- Não se preocupe, minha querida, disse-lhe o homem, eu pago as maças que se estragaram.
Pagou e despediu-se dela, mas ela o chamou e perguntou:
- Moço, é você que é Jesus?
- Não, minha querida, mas sou um dos amigos dele.

Fonte: Site do Pastor

domingo, 14 de agosto de 2011

FELIZ DIA DOS PAIS

" A TODOS OS PAIS E FILHOS UM DIA DOS PAIS ABENÇOADO PELO NOSSO PAPAI DO CÉU, QUE ELE NOS CONCEDA SABEDORIA E AMOR CADA VEZ MAIS, ABRAÇO A TODOS!"
Miss. Valdemir Junior

O que diz a Bíblia sobre o pai cristão?

 Resposta: O maior mandamento na Escritura é este: “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças” (Deuteronômio 6:5). Retrocedendo ao verso 2, lemos: “Para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados.” Seguindo os versos, mais adiante vemos: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (versos 6 e 7).

A história dos hebreus revela que o pai deveria ser diligente em instruir a seus filhos nos caminhos e palavras do Senhor, para seu próprio desenvolvimento e bem estar espiritual. O pai que era obediente aos mandamentos das Escrituras, fazia justamente isto. A importância primária desta passagem é que os filhos devem ser criados na “disciplina e admoestação do Senhor”, a responsabilidade de um pai na casa. Isto nos traz uma passagem no Livro de Provérbios capítulo 22:6-11; mas principalmente o verso 6, que diz: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer (quando crescer) não se desviará dele.” Educar indica a primeira instrução que um pai e mãe devem dar a um filho; ou seja, sua primeira educação. A educação tem como objetivo revelar perante a criança como a vida é prevista para ela. Iniciar a educação da criança desta forma é de grande importância, assim como uma árvore segue a inclinação de seus primeiros anos.

Uma passagem do Novo Testamento nos dá uma clara ilustração da instrução do Senhor para um pai em relação à educação de seus filhos. Efésios 6:4 é um resumo da instrução aos pais, colocado de forma negativa e positiva: “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” Aqui está o que diz a Bíblia sobre a responsabilidade de um pai em criar seus filhos. O aspecto negativo deste verso indica que um pai não deve fomentar maus sentimentos em seus filhos sendo severo, injusto, parcial ou exercitando sua autoridade de forma irracional. Isto só servirá para que o filho alimente rancor em seu coração. O aspecto positivo é expresso em uma instrução compreensiva: ou seja, eduque-o, crie-o, desenvolva sua conduta em todos os aspectos da vida pela instrução e admoestação do Senhor. Este é o treinamento (ser um modelo definitivo como pai) ou educação de uma criança – todo o processo de educar e disciplinar. A palavra “admoestação” carrega consigo a idéia de “colocar na mente da criança”, o que é o ato de lembrar a criança de suas faltas (de forma construtiva) ou responsabilidades (responsabilidades de acordo com seu nível de idade e compreensão).

Não se deve permitir que a criança cresça sem cuidado ou controle. A criança deve ser instruída, disciplinada e admoestada, para que adquira conhecimento, autocontrole e obediência. Todo este processo de educação deve ser em um nível espiritual e cristão (no verdadeiro significado desta palavra). É a “disciplina e admoestação do Senhor” a única forma efetiva de alcançar os objetivos da educação. Qualquer outra substituição ou meio de educar pode resultar em desastroso fracasso. O elemento moral e espiritual de nossa natureza é tão essencial e tão universal quanto o intelectual. Por isso, a espiritualidade é necessária ao desenvolvimento da mente, tanto quanto o conhecimento. Provérbios 1:7 nos diz: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento.”

O pai cristão é realmente o instrumento na mão de Deus na questão da paternidade. Assim como o cristianismo é a única religião verdadeira, e Deus em Cristo é o único Deus verdadeiro, a única forma possível de obter uma educação proveitosa é a disciplina e admoestação do Senhor. Todo o processo de instrução e disciplina deve ser aquele que Ele (Deus) prescreve e administra, para que Sua autoridade possa estar em contato constante e imediato com a mente, coração e consciência da criança. O pai humano não deve jamais se apresentar como autoridade final que determine verdade e dever. Isto simplesmente desenvolve o aspecto humano do “eu”. Somente fazendo com que Deus, Deus em Cristo, seja o mestre e governante, sob cuja autoridade tudo deve ser crido e obedecido e sob cuja vontade tudo deve ser feito, é possível alcançar os objetivos da educação.

As instruções das Escrituras aos pais são sempre o ideal de Deus. Às vezes temos a tendência em “baixar” estes ideais ao nível de nossos ideais e experiências humanas. Sua pergunta, entretanto, é o que a Bíblia diz a respeito de ser um pai. Tentei responder adequadamente. Descobri, por experiência de ser pai de três filhos, o quanto falhei no ideal bíblico. Isto, entretanto, não desvirtua a Escritura e a verdade e sabedoria de Deus, para dizer que “a Escritura simplesmente não funciona”.

Façamos um resumo do que foi dito. A palavra “provocar” significa irritar, exasperar, mostrar de forma errada, incitar, etc. Isto resulta de um espírito e métodos equivocados, ou seja, severidade, irracionalidade, autoritarismo, dureza, exigências cruéis, restrições desnecessárias e insistência egoísta em relação à autoridade. Tais provocações resultarão em reações adversas, murchando o afeto, criando obstáculos ao desejo por santidade e fazendo o filho sentir que não pode, de modo algum, agradar a seus pais (eu sei, pois já passei por isso). Um pai (ou mãe) sábio (quisera eu ter sido mais sábio) busca fazer com que a obediência seja algo desejável e alcançável mediante amor e gentileza. Os pais não devem ser tiranos impiedosos.

Martinho Lutero dizia: “Deixe a maçã ao lado da vara e dê a seu filho quando fizer o certo”. A disciplina na educação geral e cultura deve ser exercitada com cuidadosa vigilância e constante ensino, com muita oração. O castigar, disciplinar e aconselhar pela Palavra de Deus, proporcionando tanto reprimendas como encorajamento, segundo a necessidade, é indicativo de “admoestação”. A instrução dada vem do Senhor, é aprendida na escola da experiência cristã e é administrada pelos pais (o pai). A disciplina cristã é necessária para impedir que a criança cresça sem a reverência a Deus, respeito pela autoridade dos pais, conhecimento dos padrões cristãos e hábitos de autocontrole.

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem (ou mulher) de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (II Timóteo 3:16-17). Isto é o que diz a Bíblia sobre ser um bom pai. Os meios e métodos que os pais podem usar a fim de ensinar a verdade de Deus irão necessariamente variar. Mas estas verdades sempre deverão estar disponíveis para serem aplicadas em qualquer objetivo de vida, no viver e no estilo de vida. Assim como o pai é fiel em seu papel de modelo para os filhos, o que a criança aprende sobre Deus permanecerá através de toda a sua vida, não importando o que faça ou onde possa ir. Os filhos aprenderão a “amar a Deus de todo o coração, alma e força”, e terão o desejo de servir a Deus em tudo o que fizerem.

FONTE: www.gotquestions.org/portugues

sábado, 13 de agosto de 2011

Nenhuma Glória para Você




Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome – Salmos 29.2
 
A glória de Deus é o resultado de sua natureza e de suas realizações. Ele é glorioso em seu caráter, porque existe nEle um estoque inesgotável de tudo o que é santo, puro, bom e amável. As realizações que fluem do seu caráter também são gloriosas. Deus tenciona que estas realizações manifestem às suas criaturas a sua bondade, a sua misericórdia e a sua justiça. Deus também está interessado em que a glória associada a tais realizações seja atribuída apenas a Ele.
Em nós mesmos, não existe nada do que podemos nos gloriar pois, quem nos faz diferentes de outros? O que temos que não tenhamos recebido do Deus de toda graça? Portanto, quão cuidadosos devemos ser em andar humildemente diante do Senhor! Visto que no universo há lugar somente para uma glória, no momento em que glorificamos a nós mesmos, nos colocamos em rivalidade para com o Altíssimo! O inseto que só existe há uma hora se glorificará diante do sol, que o esquentou para que nascesse? Se exaltará o vaso de barro, acima do que o moldou sobre a roda? A poeira do deserto contenderá com o redemoinho? As gotas do oceano lutarão contra a tempestade?
Todos os retos, “tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome”. Talvez, uma das mais difíceis lutas da vida cristã é aprender esta sentença: “Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória” (Salmos 115.1). Esta é uma lição que Deus está sempre nos ensinando e, às vezes, por meio da mais dura disciplina. Se o crente começa a gloriar-se: “Posso todas as coisas”, sem acrescentar: “Naquele que me fortalece” (Filipenses 4.13 ARC), logo terá de lamentar: “Eu não sou nada” e afligir-se até ao pó. Quando fazemos algo para o Senhor, e Ele se agrada em aceitar nossas realizações, devemos lançar nossa coroa aos pés dEle e confessar: “Não eu, mas a graça de Deus comigo” (1 Coríntios 15.10)!

FONTE
: Projeto Spurgeon (estudos.gospelprime.com.br)

Paulo orava tanto, que nem tanto…

Paulo orava apesar de crer que o Espírito intercede por nós.
Orações, súplicas e ações de graças estão presentes em todas as suas cartas.
Chega a falar em “se esforçar nas orações”.
Ele orava porque sabia que Deus ouvia.
Ele orava porque sabia que Deus sabe que não sabemos.
Por isto, ele orava o que queria, mas aguardava o que Deus quisesse.
Por que orar então?
Qual a motivação que Paulo tinha para orar?
Ele orava porque gostava.
Era seu prazer.
Não era um tempo devocional para ele.
Era a vida…respirar, amar, sentir, sofrer, esperar—tudo em Deus.
Ele cria que não estava falando ao vento quando orava.
Para ele orar era real.
Você gosta de falar com quem ama e com quem ama você?
Paulo amava fazer isso.
Quem escrevia tanto para os amigos tinha que falar muito com o Amigo.
Ele encomendava jornadas em oração em seu favor, fazia jejuns e rogava por amigos que estavam sofrendo de males físicos.
Mas como, se ele cria que tudo é Graça?
Para que orar?
Pelo amor de Deus!
Paulo era homem, não era Deus.
Deus não ora.
Deus fala.
Paulo orava.
Ele cria que Deus sabia o que ele queria, embora também soubesse que talvez, ele mesmo, Paulo, não soubesse o que estava de fato pedindo.
Mas Deus sabia.
E ele não temia dizer o que queria porque não temeria o que Deus desejasse.
Isto é fé na soberania de Deus.
Orai sem cessar!—recomendava ele.
E para fazer isso ele não andava de joelhos e nem tentava fazer calos de camelos nas rodilhas dos joelhos para mostrar o quão consagrado ele era a Deus em oração.
Ele orava sem cessar porque seu pensar já era um orar…
Quando acaba a divisão entre pensamento e oração; entre meditação e oração; entre reflexão e oração—então, ora-se sem cessar!
Ora sem cessar é existir conscientemente em Deus.
É não pensar na pessoa de Deus.
Entendeu?
É fazer o processo de pensar, sentir, refletir e meditar, acontecer em Deus.
Muda tudo.

por Caio Fábio

FONTE: artigos.gospelprime.com.br