terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Cresce quantidade de aplicativos com conteúdo religioso

Jovens de diversas religiões da cidade de Bauru, interior de São Paulo, estão usando aplicativos para smartphones e tablets para guardarem os ensinamentos de suas crenças. Uma reportagem da “TV TEM”, transmissora da Rede Globo nas cidades de Bauru, Marília e região, mostra que os jovens estão usando a tecnologia para exercitarem a fé através de livros digitais, programas de estudo e oração e até mesmo vídeo conferência.
Os jornalistas Marcelo Zanluchi e Aline Mendes utilizam aplicativos de Bíblia e outros com mensagens religiosas para auxiliá-los não só em seus estudos, mas também na evangelização.
Assim como muitos outros pastores já fazem, o reverendo Edson Valentim Freitas leva sempre um aplicativo da Bíblia para auxiliá-lo na pregação.

“O aplicativo ajuda principalmente na identificação da mensagem, da memorização e a transmissão de uma forma mais eficiente”, finalizou.

Adaptação: Milton Alves
Fonte: Gospel Prime


Deus responde as orações

“De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando.” Salmo 5.3

A oração é o oxigênio da alma, o tônico da fé, o combustível da esperança. Orar é falar com Deus. E falar com Deus faz bem à alma, remove do coração o nevoeiro da ansiedade e nos dá poder para caminhar. A oração não é meditação transcendental nem um monólogo, mas um diálogo com Deus, quando endereçamos a ele nossas súplicas e esperamos dele sua resposta.

Davi, se apresenta diante de Deus logo pela manhã. Antes do alvoroço do dia ele buscava o abrigo das asas do Altíssimo e falava com Deus. Na oração nós encontramos paz, pois a oração faz bem à alma, uma vez que oração é falar com Deus e falar com Deus nos satisfaz. Orar é abrir a alma ao criador. É sentir os céus abertos. É entrar na sala do trono. É ter livre acesso por meio de Jesus àquele que está assentado na sala de comando do universo.

Orar é conectar o altar com o trono. É unir a fraqueza humana à onipotência divina. É colocar os impossíveis humanos diante de toda a possibilidade de Deus. A oração é fonte de poder. O poder não vem de dentro, vem de cima; não vem do homem, vem de Deus. O poder não emana da terra, mas do céu. Tudo quanto Deus pode, podemos pela oração, pois Deus é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós.


ORAÇÃO

Pai, a felicidade que o mundo oferece é apenas uma triste miragem, visto que não há felicidade à parte de ti. Só em teus braços há paz e alegria sem fim. Em nome de Jesus. Amém.


Fonte: LPC

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Qual é o tamanho do seu Deus?


“A quem, pois, me comparareis para que eu lhe seja igual? – diz o Santo.” 
Is 40.25

O mundo é um panteão com muitos deuses. Há muitos deuses falsos, mas um só Deus verdadeiro. Este não foi criado, é o criador; não passou a existir, é o Pai da eternidade. Só ele é imenso, infinito, eterno, imutável, onipotente, onipresente, onisciente, transcendente, soberano. Só Deus é santo, justo e verdadeiro. Ele é espírito. Ele é luz. Ele é amor. Ele é glorioso em seu ser e poderoso em suas obras.
Deus mediu as águas na concha da sua mão e pesou o pó da terra em balança de precisão. Mediu os céus a palmo e espalhou as estrelas no firmamento. Não deriva conhecimento de nenhum mestre, pois é a fonte de todo o saber. Diante dele os ídolos dos povos são uma nulidade. Diante de sua majestade as nações são como pó numa balança de precisão ou como um pingo que cai de um balde.
Ele é quem coloca reis no trono e os destrona. Ele tem todo o poder e toda a autoridade nos céus e na terra. Deus é incomparável. Por isso, ele faz forte o cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os que nele esperam renovam suas forças e voam altaneiramente com as águias. É hora de você correr para os braços de Deus e descansar à sombra do Onipotente. É hora de você desfrutar de sua paz, beber de sua fonte e viver nele de forma plena e maiúscula.
ORAÇÃO

Senhor Deus, aceito o convite feito por Jesus a mim. Confesso que ele é meu Senhor e Salvador, o único capaz de dar-me abundante felicidade e paz genuína. Em nome de Jesus. Amém.


Fonte: LPC

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A MATEMÁTICA DA GRAÇA

“... mas onde abundou o pecado, 
superabundou a graça.” 
 Rm 5.20

A força da natureza caída submerge o homem no pântano do pecado. Para o seu desespero, a lei tem o papel de tornar a situação mais palpável para o homem perceber sua culpa. A lei deixa nossa consciência mais clara sobre o nosso estado; não aumenta o volume do pecado. O torna mais evidente. A lei apenas ilumina a escuridão da nossa alma. 
A função da lei, porém, não resolve o problema do devedor, mas demonstra a sua culpabilidade. Nossa situação é insolúvel; nossa dívida impagável. Para que a nossa condição fosse mudada foi necessário que Jesus viesse ao mundo e morresse pelos nossos pecados. Ele fez a maior transação para que a nossa dívida fosse quitada. Ele creditou a sua justiça em nossa conta. A infração do pecado só pode ser interrompida pela graça. 
Recebemos a quitação da dívida. A graça superabundou. Venceu o pecado. A graça derrotou o pecado por nós. Aquilo que não podíamos fazer, a graça fez. A matemática da graça é superior à matemática do pecado. Uma contabiliza o saldo devedor, a outra contabiliza a quitação da dívida.

ORAÇÃO
Senhor, a tua graça é maior do que meus pecados. Depois que a tua graça é aceita, nenhuma condenação há! Quero agradecer-te por tão grande amor revelado a mim. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: LPC

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

JESUS, A NOSSA ALEGRIA



“... é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi,
o Salvador, que é Cristo, o Senhor” 
Lc 2.11

O nascimento de Jesus em Belém foi uma notícia de grande alegria para todos os povos da terra. Isso porque Jesus é o Salvador, o Messias prometido e o Senhor diante de quem todos devem se prostrar. Nessa mesma noite, a noite em que o Sol da Justiça nasceu, os céus se cobriram de anjos, formando um coral magnífico, cuja música exaltava a Deus nas alturas e produzia paz na terra entre os homens. 
O Natal é uma festa de grande alegria, não porque os povos se confraternizam nessa ocasião, nem porque as ruas ficam enfeitadas com luzes multicoloridas, nem mesmo porque as famílias se presenteiam ao redor de mesas fartas. A alegria do Natal é um presente de Deus. Emana do céu. Perpetua por todos os dias, desde agora e para sempre. A alegria do Natal não é um sentimento superficial nem uma emoção passageira.
A alegria do Natal é uma pessoa. A alegria do Natal é Jesus. Porque Jesus nos amou e se entregou por nós, fomos reconciliados com Deus, temos paz com Deus e desfrutamos da paz de Deus. Nossos pecados foram cancelados e nosso nome foi escrito no livro da vida.

ORAÇÃO

Deus, tu és a fonte de toda minha satisfação. Meu coração se alegra em ti, pois de tua graciosa mão eu recebi o maior de todos os milagres: a minha salvação. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: LPC

Há muitos animadores de auditório e poucos pregadores da Palavra

Há muitos animadores de auditório e poucos pregadores da Palavra, diz pastor



Em um texto postado no Facebook, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes explica os motivos que o levam a não acreditar que o Brasil esteja passando por um avivamento espiritual.
Enquanto muitos chamam de avivamento as cruzadas de evangelização, os shows gospel, e as manifestações do Espírito, o pastor presbiteriano diz que há outros fatores a serem considerados para afirmar que há avivamento.
“Historicamente, os avivamentos espirituais foram responsáveis diretos por transformações de cidades inteiras, mudanças de leis e transformação de culturas. Durante o grande avivamento em Northampton, Estados Unidos, dois séculos atrás, bares, prostíbulos e casernas foram fechados, por falta de clientes e pela conversão dos proprietários”, diz.
Outro ponto citado é referente ao mercado gospel, há muitos shows acontecendo em todas as partes do Brasil, mas para Augustus Nicodemus sobra música e falta ensino bíblico. “Nunca os evangélicos cantaram tanto e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tantos animadores de auditório e tão poucos pregadores da palavra de Deus.”
O reverendo lembra do avivamento da época de Esdras em Israel quando as pessoas ficaram por horas em pé somente para ouvir a Palavra de Deus. “Não vemos nada parecido hoje. A venda de CDs e DVDs com shows gospel cresce em proporção geométrica no Brasil e ultrapassa em muito a venda de Bíblias”, explica ele.
Ainda falando sobre adoração, ele afirma que “há muitos suspiros, gemidos, sussurros, lágrimas, olhos fechados e mãos levantadas ao alto, mas pouco arrependimento, quebrantamento, convicção de pecado, mudança de vida e santidade”.
O despertamento dos corações também é outro fator que caracteriza o avivamento, assim como a união dos verdadeiros crentes, assim como o conhecimento da verdade do Evangelho.
“Há uma mescla de verdade e erro, de emoções genuínas e falsas, de conversões verdadeiras e de imitações, experiências reais com Deus e mero emocionalismo”, continua Nicodemus que lamenta que muitos cristãos reformados falem pouco sobre o tema e não orem pelo avivamento no país.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Jesus Cristo, o Deus que vestiu pele humana

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O apóstolo João, mais do que os outros evangelistas, falou-nos acerca da divindade de Jesus Cristo. No prólogo de seu evangelho já deu o rumo de sua obra: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Depois de falar que esse Verbo foi o agente criador e também o doador da vida, anunciou de forma magistral: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (Jo 1.14).
Destacamos, portanto, aqui, quatro grandes verdades sobre o Verbo de Deus. Em primeiro lugar, a eternidade do Verbo. “No princípio era o Verbo…” (Jo 1.1). Quando tudo teve o seu começo, o Verbo estava lá, não como alguém que passou a existir, mas como o agente de tudo o que veio à existência. O Verbo não foi causado, mas ele é causa de tudo o que existe.
O Verbo não foi criado antes de todas as coisas, mas é o criador do universo no princípio (Jo 1.3). Se antes do princípio descortinava-se a eternidade e se o Verbo já existia antes do começo de tudo, o Verbo é eterno. A eternidade é um atributo exclusivo de Deus. Só Deus é eterno!
Em segundo lugar, a personalidade do Verbo. “… e o Verbo estava com Deus…” (Jo 1.1). No princípio o Verbo estava em total e perfeita comunhão com Deus. A expressão grega pros ton Theon traz a ideia que o Verbo estava face a face com Deus. Como Deus é uma pessoa e não uma energia, o Verbo é uma pessoa. O Verbo é Jesus, a segunda pessoa da Trindade. Isso significa que antes da encarnação do Verbo, ele já existia e, isso, desde toda a eternidade e em plena comunhão com o Pai. Jesus não passou a existir depois que nasceu em Belém. Ele é o Pai da eternidade. Nas palavras do Concílio de Nicéia, ele é co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai.
Em terceiro lugar, a divindade do Verbo. “… e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). O Verbo não é apenas eterno e pessoal, mas, também, divino. Ele é Deus. Ele é a causa não causada. A origem de todas as coisas. O criador do universo. Ele é o verbo, ou seja, o agente criador de tudo que existe, das coisas visíveis e invisíveis. O Deus único e verdadeiro constitui-se em três pessoas distintas, porém, iguais; da mesma essência e substância. O Verbo não é uma criatura, mas o criador. Não é um ser inferior a Deus, mas o próprio Deus. Embora, distinto de Deus Pai, é da mesma essência e substância. Ele é divino!
Em quarto lugar, a encarnação do Verbo. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Aqui está o sublime mistério do Natal: o eterno entrou no tempo. O transcendente tornou-se imanente. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo foi enfaixado em panos e deitado numa manjedoura. Deus se fez homem, o Senhor dos senhores se fez servo. Aquele que é santo, santo, santo se fez pecado por nós e o que é exaltado acima dos querubins, assumiu o nosso lugar, como nosso fiador.
Ele se fez maldição por nós e sorveu, sozinho, o cálice amargo da ira de Deus, morrendo morte de cruz, para nos dar a vida eterna. Jesus veio nos revelar de forma eloquente o amor de Deus. Não foi sua encarnação que predispôs Deus a nos amar, mas foi o amor de Deus que abriu o caminho da encarnação. A encarnação do Verbo não é a causa da graça de Deus, mas seu glorioso resultado. Jesus veio ao mundo não para mudar o coração de Deus, mas para revelar-nos seu infinito e eterno amor. Essa é a mensagem altissonante do Natal. Esse é o núcleo bendito do Evangelho.

Reverendo Hernandes Dias Lopes

Diretor executivo da LPC

Fonte: LPC