quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dons espirituais, dádivas de Deus à igreja

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Os dons espirituais são uma dádiva de Deus à sua igreja. Dádivas do Pai (1Co 12.6), dádivas do Filho (1Co 12.5) e dádivas do Espírito Santo (1Co 12.7). Os dons espirituais são uma capacitação especial para o desempenho de um serviço ou ministério. Não há nenhum membro do corpo de Cristo sem dons e nenhum membro do corpo possui todos os dons. Os dons espirituais não são distribuídos pela igreja, mas pelo Espírito Santo, conforme sua vontade e seus propósitos soberanos (1Co 12.11). O apóstolo Paulo usou quatro verbos-chave que ilustram a soberania de Deus na distribuição dos dons espirituais.
O Espírito Santo distribui (1Co 12.11), Deus dispõe (1Co 12.18), Deus coordena (1Co 12.24) e Deus estabelece (1Co 12.28). Do começo ao fim Deus está no controle. É Deus quem estabelece o corpo e quem coloca cada membro do corpo e distribui cada dom conforme o seu propósito e soberana vontade. Do começo ao fim Deus está no controle. É isso que Paulo ensina à igreja. O propósito dos dons, portanto, não é para a exaltação de quem o exerce, mas para o serviço aos demais membros do corpo e tudo para a glória de Deus.
Quando Paulo fala da mutualidade do corpo, exorta a igreja sobre quatro questões importantes: 
em primeiro lugar, o perigo do complexo da inferioridade. Paulo escreve: “Se disser o pé: porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo. Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser” (1Co 12.15,16). Quando alguém reclama de não ter este ou aquele dom espiritual, está questionando a sabedoria de Deus.
Isso é questionar a unidade do corpo. Nenhum membro da igreja deve se comparar nem se contrastar com outro membro da igreja. Você é único. Você é singular no corpo. Deus colocou você no corpo como lhe aprouve.
Em segundo lugar, o perigo do complexo de superioridade. O apóstolo Paulo afirma: “Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós. Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários” (1Co 12.21,22).
A igreja de Deus não tem espaço para disputa de prestígio. A igreja não é uma feira de vaidades. Nenhum membro da igreja pode envaidecer-se pelos dons que recebeu, pois tudo que temos recebemos de Deus e ninguém pode vangloriar-se por aquilo que recebeu (1Co 4.7).
Em terceiro lugar, a necessidade da mútua cooperação. Paulo ainda prossegue em seu argumento: “Para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros” (1Co 12.25). A igreja é como uma família. Na igreja cada um está buscando meios e formas de cooperar, de ajudar, de abençoar, de enlevar, de edificar a todos. O propósito do dom é para que não haja divisão no corpo. Você não está competindo nem disputando com ninguém na igreja, mas cooperando.
Em quarto lugar, a necessidade de empatia na alegria e na tristeza. Paulo escreve: “De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam” (1 Co 12.26). A psicologia revela que é mais fácil chorar com os que choram do que se alegrar com os que se alegram. São poucas as pessoas que têm a capacidade de celebrar a vitória do outro. Precisamos aprender a ter empatia, a sofrer com os que sofrem e a nos alegrarmos com os que se alegram.
Não estamos num campeonato dentro da igreja disputando quem é o mais talentoso, o mais dotado, o mais espiritual. Somos uma família, somos um corpo. Devemos celebrar as vitórias uns dos outros e chorar as tristezas uns dos outros.

Revertendo Hernandes Dias Lopes
Diretor executivo da LPC
Fonte: LPC

sexta-feira, 28 de junho de 2013

UM JOVEM DIFERENCIADO



“Resolveu Daniel, 
firmemente não se contaminar...” 
Dn 1.8

Daniel era um jovem diferenciado em sua época. Estava fora de sua casa, sua terra, seus costumes, mas na presença de Deus. Era um escravo, sem família e sem liberdade, porém não se deixou levar pelas ofertas aparentemente boas oferecidas pelo rei. Ele foi escolhido para estar diante do rei, aprendendo a língua e a cultura para em seguida assumir um alto posto, que lhe garantiria uma vida tranquila. Daniel era servo do Deus Altíssimo. Quando percebeu tudo o que estava acontecendo, tomou uma sábia decisão de não se contaminar com as finas iguarias do rei, pois estas eram sacrificadas aos ídolos.
Daniel tinha valores absolutos e não estava disposto a transigir com sua consciência. Estava pronto a ser fiel a Deus mesmo diante de tantas oportunidades. Por isso, manteve-se fiel tanto nas perseguições como na prosperidade. Deus o honrou e o colocou assentado entre príncipes. Confie em Deus e espere nele, pois está agindo em seu favor. Seja fiel a Deus na adversidade e na prosperidade. Permaneça firme em sua fé, mesmo que seja lançado na cova dos leões. Nem sempre Deus nos poupa da cova dos leões, mas sempre nos livra da morte ou na morte. Seja diferente!

ORAÇÃO
Senhor, eu preciso do teu poder para ser distinguido nesta geração. 
Em nome de Jesus. Amém!

fonte: LPC

“A perseguição está maior do que nunca e pior”


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A perseguição religiosa na Eritreia está em seu “nível mais elevado e continua piorando”, disse um líder cristão eritreu à Portas Abertas Internacional. O líder não pode ser identificado por motivos de segurança. Trinta e sete estudantes cristãos da Faculdade de Artes e Estudos Sociais, na cidade de Adi Keyh, e cinco membros da Igreja do Deus Vivo, em Asmara, foram presos na semana passada, elevando o número total conhecido de cristãos presos neste ano para 191.
A Portas Abertas estima que cerca de 1.200 cristãos estejam presos na Eritreia. Entretanto, algumas estimativas afirmam que a cifra é de 3 mil. As igrejas da Eritreia têm sido monitoradas desde maio de 2002, quando o governo fechou todas as igrejas protestantes e pentecostais que não se inscreveram para serem registradas pelo Departamento de Assuntos Religiosos.
Onze anos depois, há provas de que o governo eritreu ignora os direitos humanos dos presos, de acordo com a organização de direitos humanos Anistia Internacional.
“Vinte anos após as eufóricas comemorações da independência, a Eritreia é um dos países mais repressivos, secretos e inacessíveis do mundo”, afirmou Claire Beston, pesquisadora da Eritreia na Anistia Internacional, à rede BBC.
Aumento na perseguição desde janeiro
Em seu último relatório, no mês passado, a Anistia Internacional informou que há provas de “detenção e prisão arbitrárias, sem julgamento, em larga escala a fim de conter toda oposição real e suspeita, de calar os críticos do governo e de punir qualquer um que se recuse a cumprir com as restrições de direitos humanos impostas pelo governo”.
O governo da Eritreia rejeitou o documento como sendo um relatório com “acusações ferozes” e “totalmente infundadas”. No entanto, Selam Kidane, uma eritreia expatriada e diretora de Release Eritrea, uma organização de direitos humanos sediada no Reino Unido, confirma que tem a perseguição religiosa tem se “intensificado” desde janeiro.
“Não podemos ligar tal crescimento a qualquer incidente que tenha acontecido, mas é fato que tem ocorrido muitas prisões”, destaca ela.
Selam disse que o governo tem seguido os líderes das igrejas clandestinas para colher informações e efetuar prisões. Apesar de a perseguição religiosa na Eritreia não estar limitada aos cristãos, Selam disse que a Igreja clandestina é a que mais sofre.
“Qualquer religião que não esteja disposta a ficar sob o controle do governo está sendo perseguida”, disse ela. “Isto não é exclusivo aos cristãos. Mas em termos de ser completamente oprimido, são as igrejas minoritárias que sofrem mais, como as igrejas pentecostais e evangélicas. Elas têm sido rotuladas e acusadas de toda a sorte de crimes por suas comunidades e por outros grupos religiosos”.
Quase metade da população da Eritreia é considerada cristã. Aproximadamente nove entre dez cristãos pertencem à Igreja Ortodoxa, enquanto que quase todo o resto é católico romano ou protestante.
A Eritreia está em 10º lugar na Classificação de Países por Perseguição, ranking que enumera os 50 países em que os cristãos sofrem mais opressão por conta de sua fé. Quando os cristãos na Eritreia são descobertos, correm o risco de serem presos e mantidos em contêineres em acampamentos militares. Pelo menos 105 cristãos foram presos em 2012, e 31 destes teriam morrido na prisão.

Fonte: Portas Abertas

segunda-feira, 17 de junho de 2013

ESPERANÇA DE VER NOVAMENTE



“Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? 
Respondeu-lhe... que eu torne a ver.” 
Mc 10.51

Jesus estava passando pela última vez em Jericó. Naquela mesma semana seria preso injustamente, maltratado desumanamente, condenado ilegalmente, crucificado cruelmente pelos seus algozes, e morto. Grande multidão o seguia, quando o cego ouviu o barulho e sabendo que era Jesus, gritou: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim”. A multidão fez de tudo para calar sua voz, mas ele gritava cada vez mais alto: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim”. Jesus que sempre ouve, mandou chamá-lo.
O cego jogou sua capa, deu um salto, levantou-se e foi ter com Jesus. O Senhor lhe perguntou: “O que queres que eu te faça?” Respondeu:“Que eu torne a ver”. Jesus lhe disse: “Vai, a tua fé te salvou”. No mesmo instante tornou a ver e foi seguindo Jesus estrada a fora. O cego, cheio de esperança, tomou posse da bênção. Demonstrou pressa, desprendimento e fé. Foi específico em seu pedido e o resultado foi que Jesus o salvou e o curou. Antes de curá-lo da cegueira, Jesus abriu os olhos da sua alma, dando-lhe perdão e salvação eterna. Jesus deseja fazer isso em sua vida agora mesmo!

ORAÇÃO
Deus, ajuda-me a continuar vendo ou a ver de novo e seguir-te com amor. 
Em nome de Jesus, amém!

Fonte: LPC

Por que a Igreja deve orar?


A oração é a maior força que atua na terra. Orar é conectar o altar com o trono, é unir a fraqueza humana à onipotência divina. É entrar na sala do trono e falar com aquele que tem as rédeas da história em suas mãos. Sendo Deus soberano, escolheu agir na história por meio das orações do seu povo. A oração move o braço daquele que governa o universo. Nada é impossível para a oração feita a Deus, em nome de Jesus, no poder do Espírito, porque nada é impossível para Deus. Tudo quanto Deus pode fazer, pode ser alcançado pela oração. Uma igreja de joelhos tem mais poder do que um exército. Destacaremos três pontos para nossa reflexão.

Em primeiro lugar, pela oração Deus traz grandes livramentos ao seu povo. Israel estava no cativeiro, debaixo da chibata dos egípcios, com os pés no barro e as costas esfoladas. O povo clamou a Deus e Deus viu, ouviu e desceu para libertá-lo da escravidão. Pedro estava preso, na prisão máxima de Herodes, sob forte vigilância de escolta policial, aguardando o final da Páscoa para ser executado. Havia, porém, oração incessante da igreja em seu favor. Deus enviou seu anjo para despertar Pedro e adormecer os guardas. A situação se inverteu: Pedro foi solto e Herodes foi morto. Quando a igreja ora, os céus se movem, a igreja é fortalecida e os inimigos são desbaratados.

Em segundo lugar, pela oração Deus cura os enfermos. Deus perdoa todas as nossas iniquidades e sara todas as enfermidades. Ele é o Jeová Rafá, o Deus que nos cura. Para ele não há causa demasiadamente difícil. Portanto, a última palavra não é da medicina, mas de Deus. Assim como Jesus, em seu ministério terreno, levantou os paralíticos, curou os cegos e purificou os leprosos, assim também, hoje, ele cura os enfermos em resposta às orações da igreja. Devemos nos aproximar de Deus como o leproso aproximou-se de Jesus: “Senhor, se tu quiseres, tu podes purificar-me”.

Deus pode tudo quanto ele quer. Para ele não há doença incurável nem causa perdida. Por isso, os apóstolos oraram pelos enfermos. Os pais da igreja oraram pelos enfermos. Os reformadores oraram pelos enfermos. Os avivalistas oraram pelos enfermos. Nós, também, precisamos orar pelos enfermos, pois a oração da fé salvará o enfermo e o Senhor o levantará.

Em terceiro lugar, pela oração Deus fortalece sua igreja com poder. Os grandes reavivamentos espirituais aconteceram em resposta às orações da igreja. O derramamento do Espírito é sempre precedido pela oração e vem em resposta às orações. O Espírito Santo desceu sobre Jesus no rio Jordão quando ele estava orando. O Espírito Santo foi derramado no Pentecostes quando a igreja perseverava unânime em oração. O poder de Deus vem pela oração. Sem oração não há poder.

Sem oração a pregação não produz vida. Os apóstolos entenderam que deveriam se consagrar à oração e ao ministério da Palavra. Oração e Palavra precisam caminhar juntas. Precisamos ter luz na mente e fogo no coração. Não basta apenas proferir a Palavra de Deus, é preciso ser boca de Deus. Não basta conhecer a respeito de Deus, é preciso ter intimidade com Deus. Sem oração os púlpitos serão fracos e infrutíferos. A pregação é lógica em fogo.

O pregador precisa arder. Precisa pregar no poder do Espírito e em plena convicção. O apóstolo Paulo disse que a sua palavra e a sua pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder. Que a igreja se desperte para oração e que por meio da oração humilde, fervorosa e perseverante, as torrentes do Espírito caiam sobre nós, trazendo restauração para a Igreja e salvação para os perdidos.

Reverendo Hernandes Dias Lopes

Diretor executivo da LPC

Fonte: LPC

Leis que criminalizam a homofobia são aprovadas em alguns estados

Leis que criminalizam a homofobia são aprovadas em alguns estados
Nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Sergipe, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e também no Distrito Federal já estão valendo leis semelhantes ao polêmico projeto de lei federal 122/2006 que criminaliza a homofobia.
A aprovação dessas leis passou despercebida pela sociedade e trazem normas consideradas como inconstitucionais, como explica a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) que foi chamada para dar um parecer sobre a lei recentemente aprovada em Sergipe.
O Dr. Zenóbio Fonseca, diretor de assuntos estratégicos da ANAJURE assinou o relatório em resposta ao pedido da União de Ministros Evangélicos do Estado de Sergipe (UMESE) deixando claro que o objetivo dos ativistas ligados aos movimentos de esquerda e LGBT é, com a aprovação das leis estaduais, conseguir que a matéria parada no Senado também seja aprovada.
“A aprovação da matéria vem avançando de forma sorrateira nos estados da Federação como estratégia de se argumentar que o PL 122 já seria uma realidade, portanto deveria ser aprovado pelo Senado Federal”, explica o jurista.
Dr. Zenóbio não tem dúvidas de que a intenção do governo é aprovar o projeto e também cumprir com a agenda do movimento gay que é desconstruir a heteronormalidade na sociedade brasileira. Prova disso são os materiais financiados com o dinheiro público que promovem a prática homossexual nas escolas públicas.
“As ONGs voltadas para o ativismo gay ensinam em seus sites como atuar estrategicamente para aprovar leis nos municípios, Estados e União. Chegam a apresentar modelos e formas de atuação e como angariar a simpatia do parlamentar ou político, com a finalidade de abraçar a causa gay”, detalha o diretor da ANAJURE.

Leis afrontam a liberdade de expressão
O que os juristas evangélicos alertam com este relatório é que as leis já aprovadas, assim como o PL 122, estão ameaçando a liberdade de expressão garantida pela Constituição Federal.
Ao tentar minimizar as visões diferentes sobre a homossexualidade, os projetos de lei e as leis já aprovadas, criam o delito de opinião que é inconstitucional. “É uma afronta à liberdade de expressão, consciência, crença, credo e culto, além da liberdade filosófica e intelectual”, disse Dr. Zenóbio.
O presidente do Conselho Diretivo Nacional da ANAJURE, o Dr. Oziel Santana, pede para que os líderes de todo o país fiquem em alerta sobre as aprovações dessas propostas, pois elas são perigosas.
“Os perigos são os mesmos da primeira versão do PL 122 que tramita no Senado Federal. Por isso mesmo, estamos mobilizando os líderes em todo o país para estarem atentos a isso. É preciso reagir com lucidez e sabedoria. A ANAJURE está atenta a isso e fazendo seu trabalho de inteligência jurídico-política”, disse.
Santana alerta que com a pressão contra a PL 122, o movimento LGBT conseguiu entrar nas assembleias legislativas para assim se impor mesmo contra a vontade da maioria dos brasileiros, não apenas evangélicos, que não apoiam a lei.
“Assim, esta tentativa de imposição do PL 122 por via estadual é mais uma prova cabal de que para este movimento, não importa se a sociedade, como um todo, democraticamente, repele a ideia de censura e estabelecimento de delitos de opinião no Brasil, o que importa é assunção de privilégios para seu grupo, ainda que minoritário”, conclui o Dr. Uziel.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

Cientista é demitido de universidade católica por acreditar em cura divina

Cientista é demitido de universidade católica por acreditar em cura divina


Uma universidade na Bélgica resolveu demitir um cientista que confessou acreditar que Deus pode curar. A instituição em questão é a Universidade Católica de Leuven, que desfez o contrato com Fernando Pauwels.
Segundo informações da CBN, o cientista teria postado em seu site pessoal vídeos que mostravam curas milagrosas mediante o poder de Deus, as pessoas curadas apareciam nos clipes relatando como tudo aconteceu, incomodando a diretoria da instituição de ensino.
A Universidade, uma das mais antigas do país, não estava de acordo com esses vídeos e resolveu demitir Fernando que trabalhou ali por 11 anos. “A Universidade viu alguns desses clipes de pessoas sendo curadas e dando seus testemunhos e os chamaram de ‘anticientíficos’”, disse o homem demitido.
Os próprios funcionários da faculdade não concordaram com a demissão, dizendo que ferem os direitos de liberdade de religião. Ao falar sobre o fim do contrato, o ex-funcionário diz que não teria problemas em aceitar o emprego de volta.
Pauwels trabalhava no Instituto de Pesquisa para o Trabalho Social e não tinha nenhum tipo de problema com seus colegas de trabalho ou com os diretores da universidade. 

Com informações The Christian Post.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br