quarta-feira, 8 de maio de 2013

UMA FAMÍLIA SALVA DA TRAGÉDIA



“Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, 
tu e toda a tua casa...” 
Gn 7.1

Noé foi um homem justo no meio de uma geração corrompida. As pessoas do seu tempo comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento até o dia que chegou o dilúvio. Noé creu em Deus quando as pessoas à sua volta viviam sem levar Deus em conta. Não há nenhum mal em comer e beber, casar-se e dar-se em casamento, mas quando fazemos essas coisas sem pensar em Deus, estamos em sério perigo.
A geração de Noé só pensava nas coisas terrenas. Noé, porém, levou toda a sua família para a arca. O dilúvio veio e arrastou a todos para a morte. A família de Noé estava segura e salva. Alguém já disse que Noé foi o maior evangelista da história, pois embora não tenha levado nenhum de seus contemporâneos para a arca, conseguiu levar toda a sua família. A sua família já entrou na arca da salvação?
O dinheiro, o sucesso, a fama, os prazeres e os troféus conquistados na terra não podem salvar sua família de grandes tragédias. A ciência, a riqueza e a religião não podem salvar sua família desse dilúvio de tragédias. Jesus é o único porto seguro para sua família. Só nele encontramos refúgio!

ORAÇÃO

Deus de graça abundante, alcança a minha família com o Evangelho de Cristo. A salvação pertence ao Senhor! Só tu podes vencer o resistente coração humano. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: LPC

Evangélicos são maioria entre os jogadores de futebol no Brasil



O UOL Esportes realizou uma pesquisa com 105 jogadores de grandes times de futebol no Brasil e percebeu que a maioria deles se declara evangélico.
Entre os atletas pesquisados estavam os jogadores do São Paulo, Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Santos, Palmeiras, Vasco da Gama, Internacional, Grêmio, Cruzeiro e Fluminense.
Dos que responderam a pergunta sobre a religião que professam, 33% se assumiu como evangélico, 28% não quiseram responder, 19% não possuem religião, 18% são católicos e 2% assinalaram como membros da Igreja Batista, não se sabe o motivo de separar batistas e evangélicos na pesquisa. Por algum motivo a pesquisa do UOL separou os batistas dos demais evangélicos, sem a divisão, 35% dos jogadores são evangélicos.
Os jogadores aceitaram participar da pesquisa na condição de anonimato e falaram também sobre temas como álcool, homossexualidade e relação com a imprensa. O UOL Esporte anotou as respostas para traçar um raio-X do futebol brasileiro através da visão dos atletas de grandes times.
O atacante Neymar, o meia Zé Roberto e lateral Léo Moura, que se batizou a poucos meses, estão entre os jogadores conhecidos por manifestações cristãs. Recentemente, o goleiro Jefferson, do Botafogo, se envolveu em uma polêmica por utilizar um peixe, símbolo do cristianismo, em sua cabeça.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 3 de maio de 2013

AMOR CONJUGAL, TESOURO PRECIOSO



“As muitas águas não podem apagar o amor...”
Ct 8.7

O livro de Cantares exalta o amor conjugal. Em Cantares 8.6,7 há quatro características acerca do amor conjugal. Primeiro, é um amor inviolável: “Põe-me como selo sobre o teu coração...”. O selo é um símbolo de inviolabilidade. O amor conjugal precisa ser fiel. Segundo, é um amor sacrificial: “... porque o amor é forte como a morte”.
O amor verdadeiro se entrega sem reservas à pessoa amada. O marido deve amar a esposa como Cristo amou a igreja, estando disposto a morrer por ela. Terceiro, é um amor indestrutível: “As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo”. As crises e as tempestades da vida não podem destruir o verdadeiro amor. Quarto, é um amor incorruptível: “... ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado”.
O amor não é um produto barato que se compra no mercado nem é uma moeda de troca que se barganha para alcançar vantagens imediatas. O amor não se corrompe nem se vende. Esse amor é o oxigênio do casamento, é o vetor que governa o relacionamento, é a recompensa maior da relação conjugal.

ORAÇÃO

Deus amado, tu és a fonte de amor incomparável. Ajuda-me a amar como tu amas. Livra-me dos sentimentos enganosos que podem fazer o meu amor naufragar. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: LPC

Pesquisa descobre que determinadas reações emocionais de ateus podem revelar lapsos de crença em Deus



Pesquisa descobre que determinadas reações emocionais de ateus podem revelar lapsos de crença em Deus
Ateus, reconhecidos por sua conduta racional, podem ter expressões emotivas que revelem um lado ligado a crenças.
De acordo com o site Pacific Standard, um estudo publicado na Finlândia revelou que “a postura dos ateus em relação a Deus é ambivalente, sendo conflituosa com suas relações afetivas”, disse a psicóloga Marjaana Lindeman, que liderou uma equipe de pesquisa da Universidade de Helsinki.
Lindeman e seus colegas realizaram estudos em pequena escala. Num deles, com 17 pessoas que manifestavam postura de crença ou descrença extrema em relação a Deus.
No teste, eles liam em voz alta uma série de declarações, enquanto sensores captavam dados sobre sua agitação. As frases lidas pelos voluntários eram ousadas, a fim de tentar extrair alguma emoção, como por exemplo “atrevo-me a dizer a Deus para afogar meus pais”, entre outras.
Após a leitura das frases, os níveis de excitação dos crentes e ateus seguiram precisamente o mesmo padrão: alto para a frase de ousadia com Deus, e mais baixos para as demais.
Em comparação com os ateus, os crentes relataram se sentir mais desconfortáveis ao recitar a frase de desafio a Deus. Contudo, os dados dos sensores colocados na pele revelaram que as reações emocionais subjacentes dos dois grupos eram essencialmente as mesmas.
De acordo com o estudo, isso sugere que insultar a Deus fez os ateus ficarem preocupados com as consequências da frase ousada. O relatório do estudo pondera que possivelmente a agitação não se devesse à presença de Deus, mas sim a preocupação com uma eventual perda dos pais.
Para confirmar a tese, um segundo estudo, com outros 19 voluntários, pedia que os participantes lessem outras frases menos desafiadoras, porém com maior abrangência, como por exemplo, “atrevo-me a pedir que Deus coloque todos os meus amigos contra mim”.
Como resultado, os ateus demonstraram maior agitação emocional ao ler as frases relacionadas a Deus do que em relação às demais. Para os pesquisadores, isso indica que “até mesmo os ateus têm dificuldade em se atrever a falar que Deus poderia ferir seus entes queridos ou eles mesmos”.
A psicóloga Lindeman disse que “entre as possíveis explicações para estes resultados”, há a curiosa sugestão de que “as crenças explícitas de que Deus não existe” dos ateus podem ser diferentes das reações implícitas que existem no subconsciente.
“Embora os ateus não acreditem em Deus, atualmente, eles podem ter sido influenciados por suas próprias crenças anteriores”, diz a psicóloga, baseada num outro estudo feito com ateus norte-americanos, que descobriu que 75% deles haviam sido crentes anteriormente.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte: noticias.gospelmais.com.br

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A NATUREZA DO CASAMENTO



“Digno de honra entre todos seja o matrimônio, 
bem como o leito sem mácula...”
Hb 13.4

O casamento foi instituído por Deus para a felicidade do ser humano. Está escrito na Palavra de Deus: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2.24). Há aqui três princípios sobre o casamento. Primeiro, o casamento é heterossexual. O texto fala de um homem unindo-se à sua mulher. A relação homossexual está em desacordo com o propósito de Deus.
Segundo, o casamento é monogâmico. O homem deve deixar pai e mãe para unir-se à sua mulher e não às suas mulheres. Tanto a poligenia (um homem ter várias mulheres) como a poliandria (uma mulher ter vários homens) está em desacordo com o propósito de Deus. Terceiro, o casamento é monossomático, pois os dois tornam-se uma só carne, ou seja, podem desfrutar da relação sexual com alegria, santidade e fidelidade.
O sexo antes do casamento é fornicação. Aqueles que praticam tais coisas estão sob o desgosto de Deus. O sexo fora do casamento é adultério e só aqueles que querem se destruir cometem tal loucura. O sexo no casamento, porém, é ordenança divina e deve ser desfrutado com alegria.

ORAÇÃO

Senhor, concede discernimento àqueles que ainda não compreendem o matrimônio conforme a tua Palavra, a sólida base para a construção de um casamento feliz. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: LPC

Prioridades na família



A família é um projeto de Deus. Foi a primeira instituição divina. E foi criada para a glória de Deus e nossa felicidade. Para que a família atinja esse elevado propósito, necessário se faz que observemos algumas prioridades. Em primeiro lugar, Deus precisa vir antes das pessoas. Devemos amar a Deus com toda a nossa alma e de toda a nossa força. Devemos buscar em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça. Para ser um discípulo de Jesus é preciso estar disposto a deixar pai e mãe e amá-lo mais do que qualquer outra pessoa, por mais achegada que seja a nós.
Deus ocupa o primeiro lugar em nossa vida, ou então, ainda não sabemos o que é segui-lo. O que é importante destacar é que, quanto mais amamos a Deus, mais amamos a nossa família e mais fortes ficam nossos relacionamentos interpessoais. A nossa relação com Deus cimenta os demais relacionamentos, colocando-os dentro de uma correta perspectiva.
Em segundo lugar, o cônjuge precisa vir antes dos filhos. Pecam contra o cônjuge e contra os filhos, aqueles que colocam os filhos em primeiro plano e o cônjuge em segundo plano. O maior presente que podemos dar aos nossos filhos é amar, com desvelo, o nosso cônjuge. A maior necessidade dos filhos é ver o exemplo dos pais. Não há família saudável quando os relacionamentos estão fora dos trilhos. Investimos nos filhos quando investimos em nosso casamento. Cuidamos dos filhos quando priorizamos nosso cônjuge.
Em terceiro lugar, os filhos precisam vir antes dos amigos. Precisamos ter discernimento para buscarmos as primeiras coisas primeiro. Nossos amigos são importantes, mas nossos filhos são mais importantes. Aqueles que não cuidam da sua própria família estão em total descompasso com o projeto de Deus. Não podemos sacrificar nosso relacionamento com os filhos para dar mais atenção aos nossos amigos. Nenhum sucesso vale a pena quando o preço a pagar é o sacrifício dos nossos filhos. Os pais precisam entender que seus filhos são prioridade. Precisam investir neles o melhor do seu tempo e o melhor de seus recursos. Precisam criá-los na admoestação e na disciplina do Senhor. Não podem provocá-los à ira para quem não fiquem desanimados.
Em quarto lugar, as pessoas devem vir antes das coisas. Vivemos numa sociedade materialista  e consumista. As prioridades estão invertidas. As pessoas esquecem-se de Deus, amam as coisas e usam as pessoas. Devemos, ao contrário, adorar a Deus, amar a pessoas e usar as coisas. Quando colocamos coisas no lugar de pessoas tornamo-nos insensíveis e apartamo-nos do projeto de Deus. Há pessoas que, infelizmente, têm mais cuidado com o carro do que com os membros da família. São mais zelosos com seus objetos pessoais do que com os relacionamentos dentro de casa. Amam mais os bens materiais do que os membros da família.
Em quinto lugar, o reino de Deus precisa vir antes dos nossos projetos. Temos visto muitos crentes dando para a Deus a sobra dos seus bens, de seus talentos e do seu tempo. São pessoas que só se preocupam com as coisas terrenas. Correm atrás de seus próprios interesses enquanto a obra de Deus fica relegada a segundo plano. Essas mesmas pessoas, nas palavras do profeta Ageu, semeiam muito e colhem pouco; vestem-se, mas não se aquecem; comem, mas não se satisfazem; e o salário que recebem, colocam-no num saco furado.
O pouco que trazem, Deus o assopra, porque não aceita sobras, uma vez que requer primícias. Precisamos buscar em primeiro lugar o reino de Deus. Precisamos investir as primícias da nossa renda na promoção do reino de Deus. Precisamos investir em causas de consequências eternas. Nossa felicidade pessoal e familiar alcançarão a plena realização quando essas prioridades estiverem alinhadas em nossa vida!

Reverendo Hernandes Dias Lopes

Diretor executivo da LPC

Fonte: LPC

quarta-feira, 6 de março de 2013

A ALEGRIA DA RECONCILIAÇÃO




“... perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem...” 
Cl 3.13

Nem sempre a família é aquilo que planejamos. Muito embora Isaque e Rebeca tenham começado bem, terminaram mal. O erro foi na criação dos filhos. Em vez de cultivar a amizade entre Esaú e Jacó, alimentaram a disputa entre eles. Isaque amava mais a Esaú e Rebeca tinha predileção por Jacó. 
O resultado foi o conflito entre esses dois irmãos. Jacó precisou fugir de casa e passou vinte anos longe. Quando voltou, o problema ainda atormentava sua alma. Jacó tinha se tornado um homem rico, mas não havia paz em seu coração. Ainda não era um homem salvo. No vau de Jaboque, Deus lutou com Jacó e sua vida foi salva. Deus mudou sua sorte e a disposição do coração de Esaú. 
Os dois irmãos se encontraram, abraçaram-se e se beijaram. Em vez daquele encontro ter aberto mais uma ferida na alma de ambos, foi o palco da reconciliação. Ainda hoje há muitas famílias doentes por causa da mágoa. Relacionamentos estremecidos dentro da família roubam a paz e fazem secar a alma. O perdão é o remédio divino para esse mal, pois o perdão cura, renova e restaura!

ORAÇÃO

Pai querido, o tempo não é capaz de cicatrizar algumas feridas emocionais, mas tu podes curá-las, ó Deus. Liberta-me da amargura e do ódio. Eu escolho perdoar. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: LPC