sexta-feira, 7 de junho de 2013

NÃO JOGUE A TOALHA. CONFIE EM DEUS

“Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o 
socorro? O meu socorro vem do Senhor...”
Sl 121.1,2

Muitas vezes sentimo-nos encurralados por circunstâncias desfavoráveis. Temos a sensação de estar num beco sem saída. Nessas horas olhamos para os lados e não vemos nenhum escape. Porém, quando olhamos para cima e clamamos a Deus, ele nos aponta a direção. Somente Deus é o nosso refúgio. Quanto mais fixarmos nossa esperança em coisas, mais probabilidade teremos de pensar em jogar a toalha. Nossa confiança sempre estará garantida à medida que estiver cimentada em Deus. O salmista nos garante que o nosso socorro “vem...” O socorro nunca deixa de vir quando estamos na Rocha dos séculos, que é Cristo.
Está assegurado por aquele que tem as chaves para abrir e fechar. Quando ele abre, ninguém fecha. Quando fecha, ninguém abre. O socorro é também pessoal, porque o salmista diz: “o meu...” Deus cuida de cada um individualmente. Ele diz ainda que a única fonte deste socorro é Deus. Ele é a fonte eterna da vida e da segurança. Nunca pense em desistir! Nunca desista! Confie em Deus e vá em frente porque no final receberá o troféu da vitória, preparado para aqueles que o amam.

ORAÇÃO
Pai, ajuda-me a seguir em frente e nunca desistir de confiar em ti. Em nome de Jesus, amém!

Fonte: LPC

O bom testemunho cristão



TEXTO BÍBLICO:

 “Convém… Que tenha bom testemunho”. (I Tm 3:7).

O bom testemunho do cristão é a maior pregação do evangelho”.    Pr. Sidney Ferreira

   Introdução

 Como deve  ser o nosso bom testemunho cristão?
A. Nosso bom testemunho deve ser exemplar: (I Tm 4.12).
B. Nosso bom testemunho deve ser verdadeiro: (Jo 21.24).
C.  Nosso bom testemunho deve ser integro: (Tt 2.7).
D. Nosso bom testemunho deve ser irrepreensível: (Tt 2.8).
E. Nosso bom testemunho deve ser transparente: (Fp 4.5).

TEMA:

O NOSSO BOM TESTEMUNHO CRISTÃO     
                      
Para que o bom testemunho cristão?

1 – GLORIFICAR A DEUS:
A – Deus é glorificado entre os homens por meio do nosso testemunho: (Mt 5.16).
B – Deus é glorificado entre os pagãos por meio do nosso testemunho: (I Pe 2.12).

2 -  CONVENCER O MUNDO:
A – O nosso testemunho convence as pessoas da verdade: (II Ts 1.10).
B – O nosso testemunho convence o mundo da verdade (Jo 17. 22-23).

3 - ENVERGONHAR O INFERNO:
A - Os difamadores são envergonhados diante do nosso bom testemunho: (I Pe 3.16).
B – O adversário é envergonhado diante do nosso irrepreensível testemunho: (Tt 2.7-8).
Conclusão:  Por que o bom testemunho cristão?
A. Porque não devemos ser causa de blasfêmias para Deus: (Rm 2.24).
B. Porque não devemos ser causa de tropeço para o mundo: (I Co 10.32).
C. Porque não devemos ser motivo de escândalo para os ímpios: (II Co 6.3).
“De modo que vos portei com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar”. (I Ts 4.12).

Autor Sidney Osvaldo Ferreira

Fonte: estudos.gospelprime.com.br

quinta-feira, 6 de junho de 2013

AQUIETAI-VOS E SABEI QUE EU SOU DEUS



“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; 
sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra.” 
Sl 46.10

Há um propósito para todas as coisas, inclusive para as nossas provações. Portanto, “Aquietai-vos...” O Senhor transforma as derrotas em vitórias. Quando Jesus soube que Lázaro havia adoecido, disse que sua doença não era para morte, mas para a glória de Deus. Jesus só chegou depois de quatro dias a Betânia. Por que quatro dias? Naquela cultura havia um pensamento que até o terceiro dia ainda havia alguma possibilidade de um morto voltar a viver.
Quando as possibilidades humanas se esgotam, a providência divina entra em ação. Jesus ressuscitou Lázaro e muitos judeus creram nele. Da mesma forma, hoje, o Senhor nos convida a declarar que a adversidade pela qual estamos passando não é para a morte, mas para a sua glória! Quando Jó analisa sua vida, conclui que tudo o que aconteceu com ele contribuiu para que tivesse maior intimidade com Deus: “Antes eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem” (Jó 42.5). O Senhor restaurou a sorte de Jó. Portanto, não se dê por vencido. Ainda há esperança. Desanimado, não! Esperançoso, sim!

ORAÇÃO
Amado Deus, leva-me a entender o teu propósito para a minha vida. Eu quero me aquietar nos teus braços e nos teus sábios conselhos. Em nome de Jesus, amém!

Fonte: LPC

Investir em Missões?


Investir em Missões?
Hoje a ênfase na igreja brasileira tem sido em ministérios personalistas que giram em torno de grandes nomes, de grandes templos, de grandes placas de igrejas, grandes denominações. E há um movimento de mega-igrejas, focado em construções de templos cada vez maiores, de igrejas cada vez mais tecnológicas, mais modernas, mais confortáveis, que sequer se importam com outras igrejas irmãs que estão na igreja perseguida, em outras culturas onde cristãos morrem de fome, são perseguidos e mortos por amar a Cristo, e onde pessoas morrem sem conhecer a Cristo pois a igreja brasileira está muito preocupada consigo mesma.
Muitas vezes é levado em conta a questão do custo-benefício de investir em missões. Afinal o que é “melhor” para a igreja? Contratar mais um pastor para cuidar de suas ovelhas gordas ou enviar alguém para um lugar distante para pregar para desconhecidos que não contribuirão para o crescimento de minha comunidade?
Há um só Reino. Um só Senhor. Um só aprisco e um só Pastor.
Não seja alguém focado apenas em sua igreja. Saiba que há muito mais que isso!!!
Que Deus me ajude a buscar o Seu Reino e fazer Sua Vontade!

Por Daniel Simoncelos

Fonte: colunas.gospelmais.com.br

quarta-feira, 5 de junho de 2013

JESUS, A ESPERANÇA DA GLÓRIA!


“Porque há esperança...”
Jó 14.7

Talvez ao longo da nossa caminhada com Deus percamos algumas batalhas, mas nunca a guerra! Cristo é quem peleja por nós e nos dá vitórias espetaculares. Cristo em nós é a esperança da glória! É nele que devemos colocar a nossa esperança e a nossa fé! “Porque há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como planta nova” (Jó 14.7-9). A fé pode ser como um grão de mostarda, quando colocada nas mãos do grande Deus, os resultados sempre são desafiadores e animadores.
Permaneçamos firmados na promessa de que “seremos como árvore plantada junto à corrente de águas que, no devido tempo dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Sl 1.3). Há um cântico que diz: “Deus enviou seu Filho amado para me salvar e perdoar. Na cruz morreu por meus pecados, mas ressurgiu e vivo está”. Somente em Jesus Cristo há esperança que nunca se desvanece, mas permanece para sempre.

ORAÇÃO
Pai santo, ajuda-me a viver de glória em glória, esperando no amor de Cristo. Abro mão dos meus temores para depender somente do teu poder. No amor e em nome de Jesus, amém!

Fonte: LPC

Toque o mundo inteiro pela oração

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A oração tem um caráter universal. Você pode tocar o mundo inteiro pela oração. O apóstolo Paulo trata desta verdade com clareza (1Tm 2.1-3). 
1. A primazia da oração (1Tm 2.1a). “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas…”. As palavras próton pánton “antes de tudo”, indicam primazia de importância e não de tempo. A oração não é um apêndice no culto, mas parte vital dele. Os apóstolos entenderam a primazia da oração, quando decidiram: “Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra” (At 6.4).
2. A variedade da oração (2.1b). “… que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças…”. Muito embora o objetivo de Paulo seja insistir na centralidade da oração mais do que numa análise de seus tipos, o apóstolo usa aqui quatro formas de oração. Primeiro, as “súplicas”. Elas estão relacionadas à apresentação de um pedido ou uma necessidade a Deus. A ideia fundamental da palavra grega deesis é um sentimento de necessidade. A oração começa com esse sentimento de nossa total dependência de Deus. Oração é a insuficiência humana aproximando-se da suficiência divina.
Segundo, as “orações”. Designam o movimento da alma em direção a Deus. As orações são um ato de adoração a Deus, exaltando-o pela excelência de seus atributos e rogando a ele pela grandeza de suas misericórdias. Terceiro, as “intercessões”. Elas estão relacionadas com a súplica em favor de alguém ou de alguma coisa. A palavra grega enteuxis traz a ideia de entrar na presença do rei para lhe fazer uma petição. Portanto, nenhum pedido é grande demais para ele. Para Deus não há impossíveis!
Quarto, as “ações de graças”. Elas tratam da nossa gratidão a Deus pelo que ele tem feito. A palavra grega eucaristia, deixa claro que orar não é apenas aproximar-se de Deus para adorá-lo por quem ele é, e rogar a ele suas bênçãos, mas, também, e sobretudo, agradecê-lo pelo que ele tem feito. 
3. O alcance da oração (2.1c,2). “… em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade…”.
A oração transpõe todas as barreiras geográficas, culturais e religiosas. Paulo destaca três alcances da oração: primeiro, “em favor de todos os homens”. Isso significa que nenhuma pessoa está fora da esfera das nossas orações. Devemos orar pelos salvos e não salvos; pelos irmãos e até pelos inimigos. A expressão “todos os homens” neste contexto significa todos os homens sem distinção de raça, nacionalidade ou posição social e não todos os homens individualmente, tomados por um.
Segundo, “em favor dos reis”. Mesmo que essas autoridades sejam perversas, como era o caso do imperador Nero, devemos orar por elas. Mesmo que pessoalmente sejam pessoas indignas, a posição que ocupam merece nosso respeito e deve ser objeto das nossas orações. Terceiro, “em favor dos que se acham investidos de autoridade”. A Bíblia é clara em afirmar que toda autoridade procede de Deus e é ministro de Deus para coibir o mal e promover o bem (Rm 13.1-3). Em vez de falar mal das autoridades, devemos orar por elas.
4. Os propósitos da oração (2.2b,3). Com que propósito devemos orar? Devemos orar para vivermos uma vida tranquila e mansa. A vida tranquila refere-se a uma vida livre de inquietudes externas, enquanto a vida mansa é uma vida que está livre de perturbações internas. Devemos orar para vivermos com toda piedade e respeito. Devemos orar porque isto agrada a Deus. O Pai se agrada de ver seus filhos orando e vivendo em sua dependência. O Pai se agrada em ver seus filhos colocando-se na brecha em favor de todos os homens, bem como dos reis e das demais autoridades constituídas.

Reverendo Hernandes Dias Lopes

Diretor executivo da LPC

Fonte: LPC

O Homem de Aço: Diretor compara Superman com Jesus Cristo

O Homem de Aço: Diretor compara Superman com Jesus Cristo

Uma das grandes promessas de sucesso nos cinemas este ano, O Homem de Aço o novo filme sobre o herói Superman pretende trazes mais para as telas que pancadaria. Em uma coletiva de imprensa, o diretor Zack Snyder foi bem claro numa comparação que gerou protestos de cristãos.
O novo longa, que terá Henry Cavill vivendo o super-herói em um confronto com o vilão General Zod tem um roteiro cheio de simbolismos. “A relação entre Jesus Cristo e Superman não foi inventada por nós. Existe desde a criação do personagem. Mas é uma dessas coisas que desapareceram nas últimas décadas… eu achei que deveríamos voltar a falar dessa mitologia e da importância desse personagem e sua relevância para o momento. A mitologia da história estabelece um paralelo interessante com a história de Cristo, dando uma camada de interesse extra ao filme. Filosofia, religião, respeito aos quadrinhos, tudo isso nos interessou”.
O roteirista David Goyer acrescentou “O mito de Moisés é outra influência. Superman tem raízes no Novo e também no Velho Testamento. Ele é um personagem messiânico e ao mesmo tempo meio Beowulf, meio Gilgamesh, entre outros heróis clássicos que representam a conciliação entre os deuses e nós”.
“É uma obra de ficção, mas com preocupações verdadeiras sobre o que ela representa. Superman é uma metáfora sobre encontrar seu lugar no mundo, para essa jornada. Todo mundo é incompreendido quando jovem, quando criança. Esse um sentimento universal”, completou Snyder.
Não é a primeira vez que os produtores do filme fazem esse tipo de paralelo. Mês passado, em uma outra entrevista, o diretor chegou a afirmar que o logotipo que identifica o Superman “É o segundo símbolo mais conhecido do planeta, perdendo somente para a cruz cristã”. Algumas lideranças religiosas não gostaram da comparação, enfatizando que não se pode comparar um personagem com a importância histórica de Cristo com um herói de faz de conta. 

Com informações Omelete e Screen Rant.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br