quarta-feira, 5 de junho de 2013

Toque o mundo inteiro pela oração

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A oração tem um caráter universal. Você pode tocar o mundo inteiro pela oração. O apóstolo Paulo trata desta verdade com clareza (1Tm 2.1-3). 
1. A primazia da oração (1Tm 2.1a). “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas…”. As palavras próton pánton “antes de tudo”, indicam primazia de importância e não de tempo. A oração não é um apêndice no culto, mas parte vital dele. Os apóstolos entenderam a primazia da oração, quando decidiram: “Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra” (At 6.4).
2. A variedade da oração (2.1b). “… que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças…”. Muito embora o objetivo de Paulo seja insistir na centralidade da oração mais do que numa análise de seus tipos, o apóstolo usa aqui quatro formas de oração. Primeiro, as “súplicas”. Elas estão relacionadas à apresentação de um pedido ou uma necessidade a Deus. A ideia fundamental da palavra grega deesis é um sentimento de necessidade. A oração começa com esse sentimento de nossa total dependência de Deus. Oração é a insuficiência humana aproximando-se da suficiência divina.
Segundo, as “orações”. Designam o movimento da alma em direção a Deus. As orações são um ato de adoração a Deus, exaltando-o pela excelência de seus atributos e rogando a ele pela grandeza de suas misericórdias. Terceiro, as “intercessões”. Elas estão relacionadas com a súplica em favor de alguém ou de alguma coisa. A palavra grega enteuxis traz a ideia de entrar na presença do rei para lhe fazer uma petição. Portanto, nenhum pedido é grande demais para ele. Para Deus não há impossíveis!
Quarto, as “ações de graças”. Elas tratam da nossa gratidão a Deus pelo que ele tem feito. A palavra grega eucaristia, deixa claro que orar não é apenas aproximar-se de Deus para adorá-lo por quem ele é, e rogar a ele suas bênçãos, mas, também, e sobretudo, agradecê-lo pelo que ele tem feito. 
3. O alcance da oração (2.1c,2). “… em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade…”.
A oração transpõe todas as barreiras geográficas, culturais e religiosas. Paulo destaca três alcances da oração: primeiro, “em favor de todos os homens”. Isso significa que nenhuma pessoa está fora da esfera das nossas orações. Devemos orar pelos salvos e não salvos; pelos irmãos e até pelos inimigos. A expressão “todos os homens” neste contexto significa todos os homens sem distinção de raça, nacionalidade ou posição social e não todos os homens individualmente, tomados por um.
Segundo, “em favor dos reis”. Mesmo que essas autoridades sejam perversas, como era o caso do imperador Nero, devemos orar por elas. Mesmo que pessoalmente sejam pessoas indignas, a posição que ocupam merece nosso respeito e deve ser objeto das nossas orações. Terceiro, “em favor dos que se acham investidos de autoridade”. A Bíblia é clara em afirmar que toda autoridade procede de Deus e é ministro de Deus para coibir o mal e promover o bem (Rm 13.1-3). Em vez de falar mal das autoridades, devemos orar por elas.
4. Os propósitos da oração (2.2b,3). Com que propósito devemos orar? Devemos orar para vivermos uma vida tranquila e mansa. A vida tranquila refere-se a uma vida livre de inquietudes externas, enquanto a vida mansa é uma vida que está livre de perturbações internas. Devemos orar para vivermos com toda piedade e respeito. Devemos orar porque isto agrada a Deus. O Pai se agrada de ver seus filhos orando e vivendo em sua dependência. O Pai se agrada em ver seus filhos colocando-se na brecha em favor de todos os homens, bem como dos reis e das demais autoridades constituídas.

Reverendo Hernandes Dias Lopes

Diretor executivo da LPC

Fonte: LPC

O Homem de Aço: Diretor compara Superman com Jesus Cristo

O Homem de Aço: Diretor compara Superman com Jesus Cristo

Uma das grandes promessas de sucesso nos cinemas este ano, O Homem de Aço o novo filme sobre o herói Superman pretende trazes mais para as telas que pancadaria. Em uma coletiva de imprensa, o diretor Zack Snyder foi bem claro numa comparação que gerou protestos de cristãos.
O novo longa, que terá Henry Cavill vivendo o super-herói em um confronto com o vilão General Zod tem um roteiro cheio de simbolismos. “A relação entre Jesus Cristo e Superman não foi inventada por nós. Existe desde a criação do personagem. Mas é uma dessas coisas que desapareceram nas últimas décadas… eu achei que deveríamos voltar a falar dessa mitologia e da importância desse personagem e sua relevância para o momento. A mitologia da história estabelece um paralelo interessante com a história de Cristo, dando uma camada de interesse extra ao filme. Filosofia, religião, respeito aos quadrinhos, tudo isso nos interessou”.
O roteirista David Goyer acrescentou “O mito de Moisés é outra influência. Superman tem raízes no Novo e também no Velho Testamento. Ele é um personagem messiânico e ao mesmo tempo meio Beowulf, meio Gilgamesh, entre outros heróis clássicos que representam a conciliação entre os deuses e nós”.
“É uma obra de ficção, mas com preocupações verdadeiras sobre o que ela representa. Superman é uma metáfora sobre encontrar seu lugar no mundo, para essa jornada. Todo mundo é incompreendido quando jovem, quando criança. Esse um sentimento universal”, completou Snyder.
Não é a primeira vez que os produtores do filme fazem esse tipo de paralelo. Mês passado, em uma outra entrevista, o diretor chegou a afirmar que o logotipo que identifica o Superman “É o segundo símbolo mais conhecido do planeta, perdendo somente para a cruz cristã”. Algumas lideranças religiosas não gostaram da comparação, enfatizando que não se pode comparar um personagem com a importância histórica de Cristo com um herói de faz de conta. 

Com informações Omelete e Screen Rant.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 31 de maio de 2013

A GRAÇA DA PALAVRA



“O que me consola na minha angústia é isto: 
que a tua palavra me vivifica.”
 Sl 119.50

A angústia não é uma patologia e sim um sentimento existencial. Angústia não é um sentimento independente. É gerada por fatores externos e internos. Cada pessoa sente a angústia de um jeito e com uma intensidade ímpar. O senso comum define angústia como: “aperto no peito”. A angústia aperta o nosso peito, rouba a nossa paz e adoece a nossa alma. Os seus efeitos são devastadores.
Ela desagrega o equilíbrio de nosso espírito e dilacera a esperança da nossa alma. Enquanto a angústia provoca tudo isso, a palavra de Deus cria efeitos contrários. A palavra do Senhor gera vida em nossa alma, consolo em nosso coração e desata as amarras do nosso ser. A Palavra de Deus é o tônico para o nosso coração e o refrigério para a alma aflita.
Por isso, além de ler, é importante também examinar a palavra. Aquele que lê, ouve e guarda a palavra, recebe consolo para o dia da tribulação. A palavra vivifica o morto, restaura o desfalecido, fortalece o fraco, rejuvenesce a esperança e traz alento ao espírito abatido. É pela palavra que sabemos que nada pode separar-nos do amor de Deus.

ORAÇÃO

Senhor, a tua Palavra é poderosa para transformar, libertar, restaurar, confrontar, vivificar, entre tantas outras coisas. Por isso que amo a tua Palavra! Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: LPC

Augustus Nicodemus dá dicas de lazer e entretenimento para cristãos

Pastor questiona o famoso jargão

O reverendo Augustus Nicodemus Lopes, da Igreja Presbiteriana do Brasil, resolveu escrever algumas dicas para esclarecer aos jovens sobre o que se pode fazer quando o assunto é entretenimento.
Os tópicos foram escritos com base bíblica e serve para responder a perguntas básicas sobre que tipo de evento um cristão pode frequentar, se pode ouvir música secular e outras.
Cada uma das cinco dicas mostra o que se deve levar em consideração antes de escolher um programa para lazer. A primeira dica seria não esquecer que tudo o que fazemos é para a glória de Deus. “Qualquer forma de lazer em que o crente não consiga glorificar a Deus deveria ser questionada”, diz Nicodemus.
A série de dicas surgiu durante uma discussão na internet sobre a ida de jovens cristãos a shows de artistas famosos. Ao participar do debate, o reverendo presbiteriano escreveu o texto que você lê em seguida, também postado no blog “O Tempora! O Mores!“.

Leia na íntegra:

Queridos,

Acho que o método certo para analisarmos esta questão e outras é estabelecermos os princípios bíblicos que controlam o assunto. Sem o referencial bíblico ficaremos às apalpadelas. Menciono alguns princípios bíblicos que controlam a questão do LAZER do crente — pois é aqui que se encaixa o assunto.

 1. É dever do crente fazer todas as coisas para a glória de Deus. Isto inclui o lazer. Portanto, qualquer forma de lazer em que o crente não consiga glorificar a Deus deveria ser questionada. Esclareço que eu iria a um show de artistas cujo conteúdo, ambiente, letra das músicas, apresentação pessoal dos artistas (alguns se apresentam semi-despidos) não ofendam as virtudes cristãs nem os valores morais do Cristianismo.

2. Também é dever do crente desfrutar com moderação de todas as coisas boas que Deus criou, usando com moderação a alegria, o sono, a alimentação, os exercícios e certamente o lazer também. O lazer não pode se transformar num ídolo, e receber o primeiro lugar em minha vida. Cristo é quem deve ter esta prioridade.

3. O cristão deve evitar todas as ocasiões à impureza, em que a tentação é maior e mais pesada; deve evitar a sociedade com ímpios e devassos; sua mente deve estar sempre ocupada com “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4:8). Tenho certeza que a letra de algumas músicas de alguns artistas não se pode encaixar aqui. Não vejo como um crente pode descontrair-se e agitar-se ao som de uma música que exalta a infidelidade conjugal ou idolatra o homem ou a mulher.

4. Compete ao cristão também “examinar todas as coisas e reter o que é bom”. Não devemos reter o mal e nem nos deliciarmos nele. Se estou escutando uma música que exalta o amor homossexual, ou a violência contra a mulher, ou o adultério, ou uma relação promíscua, certamente não devo ter prazer algum nestas coisas. Por outro lado, tem muita letra boa e sã, sem maldade ou malícia. Tudo OK, nestes casos. A graça comum de Deus permite que algumas coisas boas ainda sejam produzidas pela humanidade não regenerada.

5. Por último, o amor a Cristo e ao próximo precede o uso da liberdade cristã. Se no uso da minha liberdade irei ser escândalo para o Evangelho ou outros irmãos, me compete abrir mão por amor.

Apesar da “cultura de proibição de programas para a juventude” que foi mencionada numa mensagem da lista, não podemos esquecer que o crente é escravo de Deus e que tem com única regra de fé e prática a Bíblia. Até na hora de descontrair.

Um abraço,
Pr. Augustus

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 23 de maio de 2013

FILHOS QUE HONRAM OS PAIS



“Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, 
pois isto é justo.”
Ef 6.1

O quinto mandamento da lei de Deus ordena os filhos a honrar os pais. Este é o primeiro mandamento com promessa. Os filhos que honram os pais recebem de Deus duas preciosas promessas: vida longa e prosperidade. O contrário também é verdade: os filhos que desonram os pais encurtam seus dias sobre a terra e fazem provisão para o desastre.
Nenhum filho pode ter um relacionamento certo com Deus se desonra pai e mãe. Os filhos honram os pais quando os respeitam e os obedecem no temor de Deus; quando seguem seus conselhos e pautam sua conduta pelos princípios cristãos aprendidos no lar; quando buscam sábia orientação destes para suas decisões na vida; quando são convertidos a eles e quando cuidam deles na velhice.
Um dos sinais de decadência da sociedade é a desobediência dos filhos aos pais. A rebeldia é como o pecado da feitiçaria. Os filhos rebeldes são a tristeza de seus pais, mas os filhos obedientes são o seu deleite. Filhos bem-aventurados são aqueles que honram pai e mãe. Honram pela obediência; honram pelo amor desvelado; honram pelo cuidado protetor.

ORAÇÃO
Deus majestoso, age na vida de nossos filhos com poder e graça. Que eles entendam as nossas limitações e aprendam a nos honrar apesar de nossas fragilidades. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: LPC

Mitos que ameaçam o casamento


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O casamento é obra divina. Foi Deus quem instituiu o casamento e estabeleceu princípios para regê-lo. O casamento é um mistério. Nem mesmo as mentes mais brilhantes conseguem compreendê-lo plenamente. A felicidade no casamento só é alcançada através de muito esforço e constante renúncia, muito investimento e pouca cobrança, muito elogio e cautelosas críticas. Muitos casamentos adoecem e morrem, porque em vez dos cônjuges serem governados pela verdade, acabam sendo enganados por alguns mitos. Levantarei aqui alguns desses mitos.
Em primeiro lugar, eu preciso encontrar a pessoa perfeita para me casar. Essa pessoa não existe. Não viemos de uma família perfeita, não somos uma pessoa perfeita e nem encontraremos uma pessoa perfeita. Além disso, essa ideia já parte de um pressuposto errado, pois é uma afirmação tácita de que já somos uma pessoa perfeita e que o nosso cônjuge é quem precisa se adequar a nós. Esse narcisismo é erro gritante. Produz uma auto-avaliação falsa e inevitavelmente deságua numa relação conjugal adoecida.
Em segundo  lugar, se meu cônjuge me ama nunca vai sentir-se atraído(a) por outra pessoa. Há muitas pessoas que depois do casamento descuidam-se da sua aparência. Esquecem-se de que o amor precisa ser constantemente regado e o relacionamento constantemente cultivado. É sabido que os homens são atraídos por aquilo que veem e as mulheres por aquilo que ouvem. Sendo assim, as mulheres precisam ser mais cuidadosas com sua aparência física e os homens mais atentos às suas palavras. A mulher precisa cativar constantemente seu marido e o marido precisa conquistar continuamente sua mulher. Qualquer descuido nessa área pode ser fatal para a felicidade e estabilidade do casamento.
Em terceiro lugar, se meu cônjuge casou-se comigo nunca vai esperar que eu mude. Um cristão não pode adotar o slogan de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci e eu vou morrer assim”. A indisposição para mudança é um perigo enorme para a felicidade conjugal. Não somos um produto acabado. Estamos em constante transformação. Somos desafiados todos os dias a despojar-nos de coisas inconvenientes e a agregarmos valores importantes à nossa vida. A acomodação no casamento é um retrocesso, pois num mundo em movimento, ficar parado é dar marcha à ré. A vida cristã é uma corrida rumo ao alvo. Nosso modelo é Cristo e todos os dias precisamos ser mais parecidos com Jesus. Para isso, precisamos abandonar atitudes pecaminosas e adotar posturas piedosas.
Em quarto lugar, se meu cônjuge me ama, não vai ficar aborrecido com minha possessividade. Ninguém é feliz no casamento perdendo sua individualidade. Ninguém sente-se confortável sendo sufocado. Ninguém tem prazer em viver no cabresto, sendo vigiado a todo tempo. O ciúme é uma doença. Uma doença que se diagnostica por três sintomas: uma pessoa ciumenta vê o que não existe, aumenta o que existe e procura o que não quer achar.
Embora marido e mulher devam respeito e fidelidade um ao outro, não podem viver sendo monitorados o tempo todo. Casamento pressupõe confiança. A insegurança produz a possessividade e a possessividade gera o controle e o controle estrangula a relação. Em quinto lugar, se meu cônjuge me ama, nunca vai discordar de mim. O casamento não é a união de dois iguais. Homem e mulher são dois universos distintos. A ideia de almas gêmeas é absolutamente equivocada.
O impressionante do casamento é que, sendo tão diferentes, homem e mulher são unidos numa aliança indissolúvel, para se tornarem uma só carne. As diferenças existem, entretanto, não para destruir o relacionamento, mas para enriquecê-lo; não para separar o casal, mas para complementar a relação conjugal.

Reverendo Hernandes Dias Lopes

Diretor executivo da LPC

Fonte: LPC

Domingo da Igreja Perseguida acontece no dia 26 de maio, participe!


Domingo da Igreja Perseguida acontece no dia 26 de maio, participe

Mais de 4.900 igrejas evangélicas estarão participando do Domingo da Igreja Perseguida (DIP) que acontece no dia 26 de maio.
O DIP é uma iniciativa promovida pela Portas Abertas com o objetivo de conscientizar e mobilizar a Igreja brasileira sobre a realidade de cristãos que sofrem com a perseguição religiosa.
Ao inscrever sua igreja, o pastor ou líder se compromete a falar sobre o assunto da forma que achar melhor, podendo usar teatro, promover eventos e até mesmo colaborar com o ministério Portas Abertas levantando uma oferta.
Mas o mais importante é levantar uma oração pelo fortalecimento dos nossos irmãos que enfrentam a perseguição por acreditarem em Jesus Cristo.
Interessados em participar podem acessar o site do Domingo da Igreja Perseguida e receber o material para trabalhar este tema com a sua igreja.

Acesse: www.domingodaigrejaperseguida.org.br

Fonte: noticias.gospelprime.com.br