sexta-feira, 4 de maio de 2012

Brasil é o segundo maior país em número de cristãos do mundo


Uma pesquisa realizada pelo Centro Pew de Pesquisa dos Estados Unidos revelou que o Brasil é o segundo país com maior número de cristãos do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.
De acordo com os dados levantados há mais de 175 milhões de cristãos no Brasil e cerca de 246 milhões nos Estados Unidos. Ao todo, são 2,18 bilhões de cristãos no mundo, o que significa 31,7% da população mundial.
A pesquisa também mostrou que não há uma região onde o cristianismo predomina, em 1910 a maioria dos cristãos estava na Europa, mas hoje os números estão divididos sendo 34% deles na América no Norte e do Sul, 26% na Europa, 23,6% na África Subsaariana, 13,1% na Ásia e apenas 0,6% no Oriente Médio e norte da África.
No contexto geral da pesquisa 51,4% dos cristãos do mundo são católicos, 36,7% são protestantes e 11,9% ortodoxos. Entre os protestantes o maior número de fiéis são pentecostais, cerca de 72% dos entrevistados que se declararam protestantes.
No ranking dos países com maior número de cristãos, está os Estados Unidos, o Brasil e em seguida o México com mais de 107 milhões de cristãos. Em 10º está a Guatemala com mais de 13 milhões.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

Rainha Elizabeth II distribui Bíblias em igrejas e escolas



A Rainha Elizabeth II completa o Jubileu de Diamante de 60 anos como monarca em 2012, e para comemorar a data, mais abrangente que uma festa ou desfile, um projeto interessante no Reino Unido está sendo idealizado pela Rainha juntamente com o ministério de ajuda à igreja e tradução de Bíblias, o “Biblica”: a distribuição de Bíblias através de escolas e igrejas.
“Nós desenvolvemos e trabalhamos por um Novo Testamento da Bíblia que realmente inclui algumas notas, e inclui alguns recursos visuais”, disse o diretor do Biblica da América do Norte, Doug Lockhart.
O ministério Biblica conscientizou igrejas e escolas da oportunidade de distribuir Bíblias em honra da Rainha, mas a ideia tomou grandes proporções.
“O objetivo inicial era de 250.000 unidades, o que todos pensavam que era uma meta muito elevada para o Reino Unido, mas as denominações e igrejas estão muito animadas com isso. O número agora é de 450.000 unidades”.
Doug Lockhart diz que o resultado está sendo positivo em um momento que a frequência à igreja está em baixa no Reino Unido. Mas os jovens, segundo Doug, têm mostrado mais interesse no Evangelho.
“Estas estão sendo entregues pessoalmente pelas igrejas e escolas. Portanto, não é apenas colocar uma Bíblia na mão de alguém, é uma experiência de ombro a ombro em que alguém está realmente entregando uma Bíblia para alguém. E a esperança é que a interação se traduza em uma vida transformada”.
As Bíblias serão entregues no final de maio e início de junho, e a expectativa é de distribuir até 450.000 cópias do Novo Testamento.
Fonte: Gospel+

O SÁBIO: É PRECISO EXPERIMENTAR



   
Um sábio desafiava a qualquer uma pessoa a discutir com ele sobre o cristianismo.  

 Certo dia, enquanto falava a uma pequena platéia um homem humilde e mal vestido se dispôs a argumentar com o sábio. Neste momento o sábio lhe franqueou a palavra dizendo: Responda meus argumentos! O humilde homem apanhou uma laranja, descascou com calma, chupou a laranja e voltando-se para o orador disse: Estou pronto para falar. O sábio, com um sorriso irônico foi dizendo: Até que enfim! Vamos lá! Fale, fale... que tem a dizer em resposta aos meus argumentos contra o cristianismo? 
 Então, perguntou-lhe o homem! A laranja que chupei estava doce ou azeda? O silêncio foi total, quebrado em seguida por imensa gargalhada. Todos riam! Mas quem mais ria era o sábio que disse: Foi o senhor que chupou a laranja... O senhor é que deve saber se ela estava doce ou azeda!...  Um momento vamos com calma... Se quem chupou a laranja fui eu, e só eu sei se ela estava doce ou azeda, isso falo a meu favor e em favor de minha fé cristã. Antes de me tornar cristão minha vida era de uma forma. Um dia conheci o evangelho e ele me transformou. Um verdadeiro milagre! De modo que como o senhor vê, eu provei da laranja da salvação e sei que ela é doce, muito doce. Na verdade é o senhor que está fazendo o papel de maluco, falando de  assunto que o senhor não conhece. Se o senhor nunca experimentou a fé cristão como pode saber o gosto que ela tem?  O sábio fora silenciado. 



fonte: livro de Ilustrações Gerais para Sermões

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Como Identificar uma Seita



Não poderíamos identificar um movimento heterodoxo se não conhecêssemos seus estigmas. É de suma importância o princípio pelo qual nós confrontamo-las com a palavra de Deus. Somente assim, nós podemos identificá-las por suas marcas. Uma seita se revela como tal por apresentar certas características em relação às verdades bíblicas. Eis alguns sintomas que caracterizam o quadro doentio das seitas.
1. Autoridade extra-bíblica.
Geralmente as seitas apresentam uma nova autoridade doutrinal, superior ou paralela à Bíblia sagrada para sua fé e prática. Esta autoridade pode apresentar-se em forma de livros ou revelações ou até mesmo na pessoa do líder da seita. 
2. Verdades que vão além da Palavra de Deus.
Há necessidade entre esses grupos de irem além do que está escrito nas sagradas escrituras, buscando novas revelações. Essas “novas verdades” no entanto, acabam por se chocar frontalmente com a palavra escrita de Deus e às vezes com suas próprias revelações.  Para eles o evangelho precisa ser completado com suas revelações místicas que somente eles possuem e mais ninguém.
3. Interpretações Particulares da Bíblia.
Há muitos grupos que não reivindicam novas verdades, mas interpretam as verdades bíblicas ao seu bel prazer. Para esses, a Bíblia lhes pertencem e ninguém pode entendê-la fora do padrão estabelecido pela seita. Muitos dessa categoria apóia-se em algumas passagens da Bíblia apenas por conveniência pois é mais fácil enganar um indivíduo que já está familiarizado ainda que nominalmente com este livro. 
4. Rejeição ao Cristianismo Ortodoxo ou as Igrejas Estabelecidas.
Esses grupos nutrem verdadeiro ódio contra as igrejas estabelecidas que pregam o conceito histórico-ortodoxo de crença. O argumento quase unânime entre elas é que as igrejas se afastaram das verdades essenciais e se enveredaram para práticas pagãs. Essas seitas atacam como ensinamento pagão às doutrinas da Trindade, a imortalidade da alma e o inferno.
5. Pregam um outro Jesus.
O Jesus das seitas nunca é o mesmo Jesus da Bíblia. Para as seitas Jesus foi diversas coisas, mas nunca jamais o Deus encarnado que veio redimir o homem. Assim para as alguns Jesus é apenas uma criatura, um deus menor, para os outros Jesus é apenas um dos trilhões de deuses, foi casado e polígamo, e ainda mais Jesus foi apenas o maior espírito de luz que já baixou nessa terra.
6. Lavagem Cerebral.
As seitas retiram o censo crítico de seus adeptos não permitindo que eles pensem por si mesmos deixando que o líder ou o grupo pensem por eles. As técnicas são variadas, mas sempre persuasivas indo das cessões de isolamento da família até jejuns forçados sem tempo de descanso, sendo que neste ínterim é o membro do grupo bombardeado com literaturas da seita, estudos e mais estudos até a exaustão psicológica. 
7. Salvação pelas Obras
O estado legalista das seitas impedem-nas de aceitarem a livre graça de Deus. Como o âmago da seita é a heresia e toda heresia é obra da carne, sendo produto do homem sem o verdadeiro Deus, as seitas desenvolveram sua própria maneira de salvação. Oferecem uma falsa esperança aos seus adeptos que nunca sabem o quanto fizeram para merecerem a benevolência de um deus, cujo conceito forjado pela seita, foge radicalmente do apresentado na Bíblia. Para o adepto só existem leis a serem cumpridas seja elas de procedência bíblica ou mesmo criadas pela organização da qual pertencem. 
8. Exclusivismo.
Apesar da Bíblia ensinar que a salvação e a verdade só se encontram em Jesus, as seitas invertem essa verdade e apregoam que somente sua organização é a única correta tendo todas as demais apostatado da fé. É o monopólio da fé e da verdade. Para a pessoa ser salvo é preciso pertencer ao grupo.
9. Semântica Enganosa.
As seitas a fim de enganarem as pessoas, usam uma terminologia cristã, mas que na prática se revela totalmente falsa. Dizem crer nos mesmos pontos de fé dos cristãos ortodoxos apenas para uma aproximação pacífica visando sempre o proselitismo desleal. No entanto um exame mais atento, porém, revela que esta igualdade é apenas aparente e nominal. 
10. Falsas Profecias.
Nas seitas existem-nas em abundância. Para conseguirem impressionar seus membros, os líderes de seitas dizem receber supostas revelações de Deus sobre certos acontecimentos históricos - mundiais, escatológicos ou envolvendo o próprio grupo, que com o passar dos anos, se revelam fraudulentos provando ser o tal profeta um falso profeta. 
11. Mudanças de Crenças.
As seitas possuem uma teologia volúvel. O que era verdade ontem já não é hoje. Com o passar dos anos as inconsistências das aberrações doutrinarias apregoadas por elas se tornam um tanto obsoletas entrando muitas vezes em contradição com os ensinamentos atuais de seus líderes, ai então, faz-se necessário o camaleão mudar de cor. Algumas até colocaram em seu bojo doutrinário o ensinamento de que é normalmente aceitável que sua teologia esteja em constante mutação. Os jargões geralmente empregados para justificarem isto são: "lampejos de luz", "verdade presente", "nova luz". As características principais de uma seita foram expostas e resumidas acima, mas há ainda a questão financeira, o carisma do líder, ensinos sobre a Trindade dentre outras que por questão de espaço não colocamos aqui. Entretanto, estas servem para identificarmos eficazmente uma seita.


Fonte: Extraído da Bíblia Apologética.

Aprendendo Libras - Frutas







Morte: A Doutrina Que Não Podemos Negligenciar




A morte paira sobre todos nós.
Ela assusta alguns e alegra outros.
Impulsiona-nos a obras nobres e atos terríveis.
Talvez nenhuma força única tenha agido de maneira tão poderosa sobre o homem quanto o seu conhecimento de que certamente morrerá.
Kierkegaard chamou o conhecimento da própria morte de o fato essencial que nos distingue dos animais.
Contudo, gastamos nossos dias pensando sobre tudo, exceto sobre a morte.
Olhe para a indústria que desafia a idade, avaliada em bilhões de dólares, e verá o que o antropólogo cultural Ernest Becker chamaria de negação da morte. 
Mesmo os nossos sermões são orientados para o aqui e agora: casamentos estáveis, musculatura forte, mentes serenas e investimentos seguros.

Sociedade estranha, na verdade: esforçamo-nos para preservar a parte menos duradoura do nosso ser – o corpo. E fazemos isso, apesar das substanciais palavras que a Bíblia tem a dizer sobre a morte.
Talvez você nunca tenha pensado na morte como uma doutrina cristã. Ou uma que mereça muita atenção. Mas na verdade, é uma doutrina, e que merece profunda consideração.
Deixe-me mostrar-lhe como e por que.

Morte Física: Os Fatos
A Bíblia fala da morte de três formas: física, espiritual e eterna.
Para plantas e animais, a morte não é nada mais do que o fim da vida. Mas para o ser humano é mais. É a separação da alma do corpo. É uma passagem de um tipo de existência para outro.
No antigo Israel, a morte era um fim natural da vida. Portanto, a meta de um israelita era viver por muito tempo e morrer na presença dos filhos e netos. Por exemplo:
Ao sair-lhe a alma (porque morreu), deu-lhe o nome de Benoni; mas seu pai lhe chamou Benjamim. Gênesis 35:18
Mas para onde acreditam eles que a alma partiu? Antigos hebreus encaravam a morte como a entrada da alma no Seol, onde o morto era separado de Deus e da comunidade. 
Apesar deste destino cruel, Salmos 139:7-8 proclama que Deus, o Redentor, está tanto no céu quanto no Seol. Na verdade, ele é capaz de trazer uma pessoa para fora do Seol:
O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura (Seol) e faz subir. 1 Samuel 2:6
É somente em Eclesiastes que você encontra um total pessimismo expressado em face da morte. E aquele livro mostra, provavelmente, uma considerável influência não hebraica.

Morte Espiritual: Os Fatos
Abel foi o primeiro ser humano a morrer, conforme registrado na Bíblia. Caim, seu irmão, o assassinou. Mas a primeira menção da morte em um sentido físico e espiritual ocorreu em Gênesis 2:17:
Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
Em outras palavras, a morte foi um resultado do pecado.
É por isso que o Novo Testamento vê a morte NÃO como um evento pessoal, mas um problema teológico: o pecado introduziu a morte e a morte envolve a separação de Deus.
Esta é a morte espiritual.
Romanos 3:23 diz isto desta maneira: "pois todos pecaram e carecem da glória de Deus." Estão espiritualmente separados de Deus. Mas, quando somos nascidos de novo, quando Cristo nos redime, somos levantados da morte espiritual e reunidos espiritualmente com Deus.

Morte Eterna: Os Fatos
A morte eterna é a terceira versão bíblica da morte. Esta é conhecida como a segunda morte, e aparece em Apocalipse 2:11:
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte.
Esta é a separação eterna de Deus no inferno. Ela ocorre depois do julgamento final.
Nesse ínterim, o diabo é o senhor da morte, o próprio deus deste mundo que Cristo paradoxalmente conquistou pela morte.

A Derrota da morte pela Ressurreição de Cristo
Paulo viu a morte, em todas as versões, como um inimigo, um inimigo conquistado pela ressurreição de Cristo:
O último inimigo a ser destruído é a morte. 1 Coríntios 15:26
Na verdade, o principal ponto de passagens do Novo Testamento como 1 Coríntios 5:7, 2 Coríntios 5:15, Filipenses 2:8 e 1 Pedro 3:18-19 é que Jesus não permaneceu morto, mas derrotou o diabo, tomou o poder da morte e subiu em vitória.
Isto naturalmente remove a noção do purgatório ou sono da alma, doutrinas que contradizem a suficiência da morte de Cristo. A morte e a ressurreição de Cristo removeram a maldição da morte de uma vez por todas.

Como os cristãos devem ver a Morte
Assim sendo, mesmo que os cristãos continuem a morrer fisicamente, a morte nunca pode nos separar de Cristo. Não sofremos da mesma forma que resto das pessoas que não têm esperança.
Em vez disso, nosso luto é reforçado por nossa expectativa da nossa própria transição desta vida para a próxima.
Phillip Yancey uma vez disse "precisamos de uma percepção renovada da morte" e "uma fé, em meio aos nossos gemidos, de que a morte não é a última palavra, mas a penúltima."
Uma visão apropriada da morte, tanto a bela quanto a feia, permite-nos expressar para os ímpios a alegria encontrada na firme esperança que temos na própria morte e ressurreição de Cristo. 
Isso é fundamental para o evangelho.
Ademais, o paradoxo é que podemos exercer e desfrutar plenamente da nossa comissão para dominar a terra quando percebemos que o nosso artesanato imaturo e corrupto se transformará em um eterno e incorruptível objeto de glória para Deus na ressurreição futura. 

E Quanto a Você?
Você tem um respeito saudável para a morte? Você está vivendo sob a perspectiva de que um dia vai morrer? E como você lida com essa verdade? Você coloca sua confiança em Cristo ou nesta cultura?


O Perfeito Plano de Deus para o Casamento é que a Família seja:





1. O Reino do Pai
a) Maridos - responsáveis diretos pelo êxito ou transtorno, sucesso ou insucesso da família.
b) A imutável estrutura do lar assim o determina:
Deus - cabeça de Cristo. 
Cristo - cabeça do homem.
Homem - cabeça da mulher (I Co 11.3)
Mulher - coração do lar.
2. O Mundo da Mãe
a) A sociedade matriarcal tem feito com que as Mães encontrem o "seu mundo" e se realizem fora do Lar.
b) Há um impulso básico emocional e também biológico dentro da mulher de dar à luz filhos, criá-los e cuidar da casa.
3. O Paraíso dos Filhos
a) Os filhos, como núcleo da Célula, recebem as influências do comportamento dos pais.
b) "Tal mãe, tal filha." (Ez 16.44)
c) "... assim caminhavam ambos juntos." (Gn 22.6,8)
d) "Como Flechas na mão do guerreiro." (Sl 127.4) - os filhos podem reforçar e defender o "arsenal" da família.
e) "...são bênçãos do Senhor aos pais." (Sl 127.3)