quinta-feira, 11 de agosto de 2011

FONTE DE VIDA OU ARMADILHA

“A boca do justo é manancial de vida, 
mas na boca dos perversos mora a violência.”
Pv 10.11


Jesus disse que a boca fala aquilo de que o coração está cheio. A língua reflete o coração, externa o que é interno. Põe para fora o que está dentro. A língua nos coloca pelo avesso, mostra nossas entranhas e escancara os segredos do nosso coração. A língua pode ser remédio ou veneno; pode dar vida ou matar; pode construir pontes ou cavar abismos; pode ser fonte de vida ou armadilha de morte. Salomão diz que a boca do justo é manancial de vida.
O justo fala a verdade em amor. Sua palavra é boa e traz edificação. É oportuna e transmite graça aos que ouvem. Da boca do justo jorram louvores a Deus e encorajamento ao próximo. Sua boca é como uma árvore frutífera que alimenta. Porém, na boca dos perversos mora a violência, há blasfêmias contra Deus e insultos contra o próximo. A língua dos perversos instiga inimizades e produz morte; é um poço de impureza e um campo minado de violência. Devemos pedir a Deus um novo coração para que nossos lábios sejam mananciais de vida e não armadilhas de morte.

Ore

Deus, usar a língua para o mal é incompatível com a fé cristã. Rogo, pois, por perdão. A partir de hoje vou mudar meu linguajar e usar minha boca como fonte de vida. Em nome de Jesus.

Fonte: lpc.org.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Carinho não custa caro

Havia uma pequena aldeia onde não existia dinheiro. Tudo o que as pessoas precisavam para viver feliz elas obtinham trocando CARINHO umas com as outras, simbolizado por um floquinho de algodão.
Era comum as pessoas darem seus floquinhos sem querer nada em troca, pois sabiam que receberiam outros num outro momento, outro dia.
Uma bruxa, que vivia fora da aldeia, convenceu um garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria tudo o que quisesse. Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar seus floquinhos e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta deles, ficando até difícil de se mexer ali.
Quando se deu conta, a cidade já não tinha mais CARINHO. E em seu lugar apareceram coisas ruins como a GANÂNCIA, ROUBO, ÓDIO, XINGAMENTO, INDIFERENÇA.
O menino foi o primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO e foi procurar a velha para dizer-lhe umas boas, mas não a encontrou. Disposto a reparar o mal, pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos nela e caminhou pela cidade disposto a distribuí-lo graciosamente a todos. Mas as pessoas não recebiam CARINHO a tanto tempo que o olhavam com DESCONFIANÇA.
Por fim, conseguiu distribuir todos eles, mas não recebeu nenhum de volta e ficou um dúvida se tinha feito a coisa certa. Foi quando a ESPERANÇA apareceu e disse-lhe que continuasse até que todos voltassem a se lembrar da importância de dar e receber CARINHO. Ao que ele respondeu: – Não tenho mais CARINHO para dar, minha carriola está vazia.
Tem sim, disse-lhe a ESPERANÇA, sua carriola pode estar vazia, mas seu coração, com certeza, está cheio.
- É verdade, disse o menino, já não me sinto mais triste e sozinho, que mistério é esse?
- Ao distribuir CARINHO, você estava semeando uma boa semente, e todos o que semeiam uma semente tão boa como esta, certamente colherão em abundância.

Zeca Pagodinho diz que prefere ir para o inferno ao invés de estar no céu com “asinhas e harpinha na mão”

Durante uma entrevista para o programa Fantástico da Rede Globo, o cantor Zeca Pagodinho, 52, participou do quadro “O que vi da vida” e falou sobre sua carreira, sucesso e também sobre religião. O sambista disse que foi criado dentro de um terreiro de macumba e que prefere ir para o inferno do que para o céu.
“Eu não queria acreditar na morte, esse é que é o grande problema. Mas eu acho que Deus é bom. Porque me tirar de um mundão desse, tão bom, né? Com cerveja gelada, mulheres bonitas para lá e para cá. Eu como casado, fico só olhando [risos]… Mas, me tirar daqui pra me levar pra onde? Pra mim ficar no céu com duas asinhas e uma harpinha na mão, não fica bem em mim, cara. Nesse caso, eu prefiro até descer. Também não acredito que o inferno seja tão ruim assim, não. O inferninho é legal. O inferninho… é um foguinho, tal, o problema lá é o calor.”
O cantor também disse que quando a pessoa melhor sua condição financeira, sua religião muda. “Quando você tem mais poder de grana, poder, a religião fica um pouco de lado. Quanto mais rico, mais descrente. Me desculpem, mas eu vejo deste lado.”
Mas apesar desses conceitos ele diz que a religião dá “uma direção boa”. “Se eu estivesse morando em Xerém, meus filhos certamente estariam indo na igreja ou no centro, no culto. Porque tem que ter uma religião, tem que ter uma fé, tem que ter uma direção boa, uma coisa que te diga uma coisa boa. Porque tu passa a creditar que… a vida não é só isso que tu vê, né?”

Confira a entrevista:

Fonte:noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

“Deus é um só”, diz Ratinho que frequenta a Igreja Católica e a Assembleia de Deus

Em uma entrevista para o portal UOL o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, disse que não é um homem religioso mais gosta de frequentar a Igreja Católica e também a Assembleia de Deus.
Um dos apresentadores mais polêmicos da TV brasileira é também considerado um exemplo de vida, vindo de família humilde e sem ter cursado o ensino superior ele hoje completa 15 anos de carreira e possuí um patrimônio extenso que inclui oito emissoras de rádio, uma rede afiliada do SBT no Paraná (Rede Massa), tem 13 fazendas, uma área de 220 mil hectares no Acre, 10 mil cabeças de gado, dois aviões, negócios de café e soja e cinco mil funcionários.
Sem querer assumir uma religião, Ratinho diz que só há um Deus. “Vou à Igreja Católica e também frequento a Igreja Assembleia de Deus. Eu me sinto muito bem nas duas. Essa coisa de escolher religião é uma bobagem do ser humano, Deus é um só.”
Ele conta também que o pastor assembleiano chegou a pedir para que ele parasse de freqüentar a Igreja Católica, mas ele se recusou. “Uma vez o pastor da Assembleia de Deus pediu para eu deixar de ser católico. Perguntei a ele o motivo e o questionei se existia mais de um Deus. Ele afirmou que não, e eu respondi: “Se é o mesmo Deus, então eu vou aonde me sinto bem, independente de religião”.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A camisa da alegria

Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.
Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.
Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.
Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.
Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.
Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.
Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.
Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa.
Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: – Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.
O reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo.
Romanos 14.17

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

QUEBRANTAMENTO

“Humilhai-vos na presença do Senhor,
e ele vos exaltará.” 
Tg 4.10
Quebrantamento quer dizer contrição. Essa palavra sugere algo que foi esmagado em minúsculos pedaços, tal como uma rocha que se tornou pó. Quebrantamento consiste em rompimento da nossa vontade e total rendição à vontade de Deus, em abrir mão da autoconfiança e da independência de Deus e do amolecimento do solo do nosso coração para que a Palavra de Deus penetre e lance raízes. O quebrantamento é obra de Deus, mas exige a nossa participação. Primeiro, aproxime-se de Deus. Tiago recomenda: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros” (Tg 4.8). Você se aproxima de Deus por meio da oração e da leitura bíblica. 

Confesse os pecados, pois quando nos aproximamos de Deus começamos a enxergar o quanto somos pecadores. Se você confessar, Deus o perdoará. Obedeça ao Senhor. Comece a fazer tudo o que ele deseja. O quebrantamento começa com a rendição da sua vontade. Faça uma lista de decisões que você precisa tomar e comece a agir: ajoelhe-se diante de Deus, reconheça a sua dependência e passe a obedecê-lo.

ORE


Pai todo-poderoso, hoje mesmo vou tomar a decisão de me colocar diante da tua presença em submissão ao teu querer. Assumo de todo o coração a minha dependência de ti. Em nome de Jesus.

Ateísmo cristão: Augustus Nicodemus lança livro que questiona o atual momento da igreja evangélica brasileira


Três anos depois de lançar o livro “O que estão fazendo com a Igreja”, um retrato melancólico sobre a igreja evangélica brasileira, o reverendo Augustus Nicodemus lança “O Ateísmo Cristãos e Outras Ameaças à Igreja” que traça um perfil atual dos ministérios que tem enfraquecido a moral dos evangélicos.
O pastor presbiteriano nos provoca a escolhermos entre o certo e o errado, pularmos de nossas poltronas e tomarmos partido nessa verdadeira guerra que a igreja evangélica brasileira vive contra suas próprias entranhas.
O autor fala sobre os ensinamentos das denominações evangélicas que promovem  insensatez, superstição e que ainda dá motivos para que os inimigos de Cristo ataquem a Igreja. “Somos ridicularizados, não por pregar a Cristo crucificado, mas pelas sandices e bobagens feitas em nome de Jesus. Nenhum desses males, entretanto, alcança o dano provocado pelo câncer do ateísmo cristão. Que diferença há entre não acreditar em Deus e acreditar num que não intervém, não age na história humana e nem se relaciona com as pessoas?” Diz um trecho da sinopse do livro.
Além de mostrar quais as ameaças, Nicodemus também apresenta algumas luzes poderosas, vindas diretamente de dentro da Igreja, para direcionar os leitores para o caminho certo que os ministérios precisam caminhar.
“O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja” está sendo editado pela Editora Mundo Cristão e pode ser adquirido pela internet. O preço médio desta obra é de R$19,90.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Mundo Cristão